Situação
O SESC Santa Catarina tem um histórico de 63 anos de atividades junto à comunidade comerciária. Atualmente possui 18 centros de atividades, dois hotéis (Cacupé/Florianópolis e Blumenau) e a Pousada Rural (Lages).
Entre as principais atribuições do SESC, estão o planejamento e a execução de projetos nas áreas de assistência, cultura, educação, lazer e saúde. Assim, nas unidades do SESC em Santa Catarina são realizados a cada ano cerca de 13 milhões de atendimentos. Para isso, o SESC contava com dez máquinas em Florianópolis, rodando diferentes aplicações das unidades distribuídas em todo o Estado. Os custos de manutenção eram altos, o espaço físico ocupado era extenso e o gerenciamento bastante complexo.
Inicialmente, a própria área técnica do SESC identificou a oportunidade de modernização e otimização da capacidade dos servidores com a tecnologia de virtualização. "Buscar redução de custos, modernização e alinhamento com os negócios é um trabalho constante da área de TI", afirma João Losso, diretor de Tecnologia da Informação do SESC-SC. Feito o diagnóstico internamente, a instituição entrou em contato com o parceiro Microsoft BrasilSul Tecnologia para implementar a solução. "A mudança era importante porque logo eles teriam problema de espaço físico", explica César Camargos, diretor da BrasilSul. "Além disso, eles economizaram com energia elétrica e a administração ficou muito mais simples", acrescenta Camargos.
Solução
O SESC- SC adotou o Microsoft System Center Virtual Machine Manager 2008 para otimizar a capacidade de seus servidores que atendem cerca de mil usuários. Como já era uma prática da organização a busca constante para otimização de recursos físicos, financeiros e lógicos, a solução de virtualização entrou nestes três quesitos, não só para modernizar a área de TI mas também para estar em constante alinhamento com os negócios.
Com a solução, a empresa diminuiu a quantidade de equipamentos de dez para quatro servidores, executando as mesmas atividades para todas as unidades do SESC do Estado. Foram apenas dois meses de trabalho para concluir a virtualização e a migração dos dados de todas as máquinas dentro dos novos recursos disponíveis e dois dias de treinamento para que dois funcionários do SESC responsáveis pelo CPD e um funcionário da BrasilSul fizessem a migração . "Foi uma implementação tranquila, que aconteceu dentro do prazo esperado", lembra Camargos, diretor da BrasilSul. Dentro de um processo bastante simples e, no caso de servidores com Windows Server 2003, foi possível realizar a virtualização com o servidor em produção. Com isso, bastou desativar o servidor físico para ativar o virtual, reduzindo drasticamente o downtime.
No momento, todos os servidores estão localizados em apenas um rack, o que possibilita concentrar os equipamentos em um local adequado e seguro, diminuindo o imobilizado sem alterar a performance geral. Antes da mudança, os servidores ficavam na mesma sala dos desenvolvedores e administradores de rede.
Após um ano de utilização, os resultados financeiros também são animadores. "O ROI veio após seis meses de implementação e conseguimos economizar os custos de manutenção em até 30%", contabiliza João Losso. Outros custos como energia elétrica, tempo de manutenção, funcionários dedicados e melhoria da segurança física também fazem parte da contabilidade do diretor. Outros benefícios menos tangíveis também foram percebidos, como aderência aos negócios, facilidade da operação, facilidade de uso e estabilidade tecnológica. "Estas foram as razões para escolhermos a Microsoft, já que a empresa tem a maior base instalada do mundo, é muito bem aceita e oferece custos mais competitivos", justifica Losso.
Benefícios
Redução de custos
Com uma menor quantidade de servidores para administrar, houve economia de tempo, do espaço ocupado, da energia consumida e de 30% dos custos de manutenção. A redução de servidores possibilitou, enfim, uma otimização do gerenciamento e mais segurança. Os investimentos em hardware também foram um ponto alto do projeto, pois os gastos com aquisições para hospedar novas aplicações foram reduzidos, já que elas podem ser virtualizadas em servidores virtuais independentes, economizando o custo de aquisição de novas máquinas.
O baixo tempo de capacitação dos funcionários dedicados à manutenção dos servidores também foi um ganho para a empresa, que não precisou deslocá-los de suas funções por muito tempo. Apenas dois funcionários gerenciam as quatro máquinas físicas que rodam as aplicações para 1.000 usuários.