Na faculdade, ex-alunos monitores valorizam experiência no programa

Publicado em: 13 de Abril de 2005


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Sonho de grande parte dos estudantes, entrar na faculdade representa a passagem para uma nova fase na trajetória pessoal de cada um, repleta de novidades. Para chegar lá, é fundamental investir na qualidade da formação e em cursos que complementem os conteúdos escolares.

Rodolpho Ramos

É por esta razão que Rodolpho Ramos, de 17 anos, não pensou duas vezes quando resolveu participar do Programa Aluno Monitor, desenvolvido pela Microsoft Brasil. Logo que começou a participar do programa, no início de 2005, o estudante já percebeu o quanto sua vida melhoraria depois do curso.

“Eu estava no 3º ano do ensino médio, cheio de expectativas sobre meu futuro. O curso me deu uma direção”, constata Rodolpho, que mora em Nazaré Paulista (SP) e encarou o gerenciamento do laboratório de Informática de seu colégio, Escola Estadual Fábio Hacl Pínola, com muita determinação.

“Percebi que poderia aprender muito, e que todo o esforço me traria chances de crescimento pessoal e profissional”.

Ele estava certo. Um ano depois, o jovem está matriculado no primeiro ano de Processos Industriais do Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET), em Cubatão (SP). Sorte? Nada disso. O estudante acredita que ter passado em uma instituição de ensino pública e concorrida foi resultado, em grande parte, de sua atuação como aluno monitor.

“Além de ter tido acesso a conhecimentos avançados em tecnologia, o que é essencial em meu curso na faculdade, passei a estudar com mais regularidade e a lidar melhor com as pessoas. Ter sido aluno monitor é uma experiência que com certeza me trará ainda mais oportunidades”, diz.

Novos conhecimentos

Sociologia, Desenho, Imagem Digital e Teoria do Design. Estas são algumas das matérias que o universitário Diogo Camilo Bonifácio está tendo em seu primeiro ano de faculdade. Calouro no curso de Design Industrial do Senac, em São Paulo (SP), Diogo está empolgado com a vida de universitário.

“As aulas não começaram há muito tempo, mas já estou achando muito legal. Gosto muito dessa área e estou adorando me aprofundar no assunto”.

Como o colega monitor Rodolpho Ramos, Diogo integrou o Programa Aluno Monitor em 2005, na Escola Estadual Professor Andronico de Melo. A atuação no laboratório era revezada com outros monitores, sempre em horários contrários aos de aula.

O conhecimento adquirido no curso está sendo de grande utilidade hoje, na faculdade.

“Toda semana entrego algum trabalho produzido no Microsoft PowerPoint”, revela. “Se não tivesse aprendido no Aluno Monitor, dificilmente aprenderia sozinho, porque não tenho como pagar um curso à parte”.

Consciente da importância de um certificado Microsoft em seu currículo, Diogo já visualiza novos passos: “Entrei na faculdade, algo que sempre quis. Agora, tenho certeza que ter participado do Programa Aluno Monitor me abrirá portas também na procura pelo primeiro emprego”.

Preparação intensa

Ronaldo Fogueral

Apesar da pouca idade, o estudante paulista Ronaldo Fogueral, de 17 anos, sempre soube que queria ser advogado. Em 2006, conseguiu concretizar o sonho quando viu seu nome na lista de aprovados do Instituto Toledo de Ensino (ITE) de Botucatu (SP).

É claro que para chegar lá foi preciso dedicação. Sempre estudioso, a tecnologia também o interessava bastante. Tanto que quando foi convidado para fazer parte do Programa Aluno Monitor Ronaldo não hesitou:

“Vi que seria uma forma de incorporar outros conteúdos que não conhecia”, comenta, acrescentando que ter sido aluno monitor trouxe ainda outros benefícios – tornou-se mais sociável e disposto a entender as necessidades dos outros.

O envolvimento com o curso foi tão grande que os colegas brincavam que Ronaldo teria que se “mudar” definitivamente para o laboratório.

“Era muito gostoso ficar no laboratório auxiliando os alunos e professores, a gente nem via a hora passar, admite.

Hoje, o futuro advogado acredita que a participação no programa foi fundamental para alcançar seu objetivo de cursar uma faculdade. “Estou muito mais preparado como profissional e ser humano”.

Fotos: arquivo pessoal
Reportagem: Vivian Ragazzi


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