O Relatório do Analista tenta desmentir alguns mitos sobre a mudança de custos entre diversas distribuições do Linux. O estudo constatou que migrar servidores para uma nova distribuição do Linux não é necessariamente fácil, barato ou previsível. Migrar para uma nova distribuição pode gerar um alto custo e muito trabalho. Os custos podem não ser facilmente estimados pelo número de servidores migrados e nem pelas cargas de trabalho desses servidores, e eles também podem não ser facilmente reduzidos, mesmo com a contratação de profissionais de TI especializados.
Mais especificamente, a Keystone Strategy analisou as seguintes questões:
- Pergunta: Entre uma variedade de cargas de trabalho e tamanhos de organizações, existem custos significativos de migração entre as distribuições do Linux? Resposta: As migrações geralmente têm um alto custo, e quase 40% das migrações envolveram custos significativos (ou seja, mais de 20% do custo original de instalação).
- Pergunta: Quais categorias de custo conduzem os custos de migração? Resposta: A mão-de-obra requer custos de migração, compondo dois terços dos custos. Metade das migrações precisou de mais mão-de-obra do que a instalação dos servidores migrados.
- Pergunta: Quais fatores influenciam se a migração para uma nova distribuição Linux será relativamente mais cara ou mais barata? Resposta: Não é fácil estimar os custos de migração; nenhuma relação estatisticamente significativa foi encontrada entre o custo de migração, ou esforços com mão-de-obra, e o número de servidores, cargas de trabalho, suas combinações e o uso de aplicações personalizadas, ou anos de experiência da equipe.
- Pergunta: Contratar administradores experientes em Linux pode fazer com que as organizações reduzam os custos com a migração? Resposta: A falta de relações estatisticamente significativas entre os custos com migração e os anos de experiência da equipe indica que tal experiência não é uma boa estimativa e que tem efeito limitado na redução dos custos com a migração.