Glossário do Windows XP

De codec a .jpg, de netiqueta a emoticons, de pixels a placas PCI—este glossário irá ajudá-lo a entender os conceitos, produtos, técnicas e ferramentas necessárias para realizar coisas impressionantes com o Windows XP. Os termos neste glossário foram extraídos do Microsoft Computer Dictionary, 5th Edition

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.avi  n. Extensão de arquivo que identifica um arquivo de dados intercalado áudio-visual no formato Microsoft RIFF.

.gif  n. Extensão de arquivo que identifica imagens de mapa de bits GI. Consulte também GIF.

.jpeg  n. Extensão de arquivo que identifica arquivos de imagens gráficas em formato JPEG. Consulte também JPG.

.jpg  n. Extensão de arquivo que identifica imagens gráficas codificadas em JPEG FIF (File Interchange Format), conforme especificado originalmente pelo JPEG (Joint Photographic Experts Group). As imagens gráficas em linha contidas em páginas da Web são em geral arquivos.jpg, como coolgraphic.jpg. Consulte também JPEG (definição 2).

.mpeg  n. Extensão do arquivo que identifica arquivos de áudio e vídeo compactados em formato MPEG especificados pelo Moving Pictures Experts Group. Consulte também MPEG.

.tif ou .tiff  n. Extensão de arquivo que identifica imagens bitmap no formato Tagged Image File Format (TIFF). Consulte também TIFF.

.zip  n. Arquivo de extensão que identifica um arquivo compactado codificado em formato ZIP, como o PKZIP.

1024x768  n. Um monitor padrão super VGA com resolução de 1024 colunas por 768 linhas pixels. Consulte também SVGA.

A

Aceleradora gráfica  n. Adaptador de vídeo que contém um co-processador gráfico. A aceleradora gráfica pode atualizar o vídeo mais rapidamente que a CPU e libera a CPU para outras tarefas. A aceleradora gráfica é necessária a softwares de modem como interfaces GUI e aplicações multimídia. Consulte também adaptador de vídeo.

Acesso à Internet  n. 1. Capacidade de um usuário se conectar à Internet. Em geral, a conexão pode ser feita de duas maneiras. A primeira é através da discagem de um provedor de serviços da Internet ou de um provedor de serviços de informações online, por meio de um modem conectado ao computador do usuário. Esse método é usado pela maioria dos usuários de computadores domésticos. A segunda maneira é através de uma linha dedicada, como uma concessionária T1, que é conectada a uma rede local, à qual, por sua vez, o computador do usuário é conectado. A solução de linha dedicada é usada por grandes organizações, como as corporações, que têm seu próprio nó na Internet ou estão conectadas a um provedor de serviços da Internet que é um nó. Uma terceira maneira que está surgindo consiste na utilização de conversores set-top boxes nos aparelhos de TV dos usuários. Em geral, entretanto, esse método concede ao usuário acesso apenas a documentos da WWW (World Wide Web). 2. Capacidade de um serviço de informações online de trocar dados com a Internet, como, por exemplo, mensagens de correio eletrônico, ou oferecer serviços da Internet aos usuários, como, por exemplo, newsgroups, FTP e a WWW (World Wide Web). Muitos serviços de informações online oferecem aos seus usuários acesso à Internet.

Adaptador de monitor de vídeo  n. Consulte adaptador de vídeo

Adaptador de vídeo  n. Os componentes eletrônicos necessários para gerar os sinais de vídeo enviados para o monitor através de um cabo. O adaptador de vídeo costuma ficar na placa principal do sistema ou em uma placa de expansão, mas também pode fazer parte de um terminal. Também chamado placa adaptadora de vídeo, placa de vídeo, controladora de vídeo, adaptador de monitor de vídeo.

Advanced Streaming Format (ASF)  n. Uma especificação de formato de arquivo aberto para arquivos de multimídia de fluxo contendo texto, gráficos, som, vídeo e animação. O Advanced Streaming Format (ASF) não define o formato para quaisquer fluxos de mídia dentro do arquivo. Certamente ele define como padrão, o arquivo extensível "container" que não depende de um sistema operacional particular, de protocolo de comunicação ou método particular (como HTML ou MPEG–4) utilizados para compor o fluxo de dados no arquivo. Um arquivo ASF consiste de três objetos: um objeto de cabeçote contendo informações sobre o arquivo, um objeto de Dados contendo os fluxos de mídia e um objeto de índice opcional que pode ajudar a suportar acesso aleatório aos dados dentro do arquivo. A especificação ASF foi submetida ao ISO (Organização Internacional de Normatização) por consideração. Acrônimo: ASF. Consulte também fluxo.

Aerógrafo  n. Uma ferramenta artística no Paintbrush ou de outra aplicação gráfica, para aplicação de um padrão de pontos a uma imagem.

Ajuste de cores  n. Processo de correção da saída da imagem para que corresponda às mesmas cores que foram digitalizadas ou inseridas.

Alias  n. Nome utilizado para direcionar mensagens de e–mail a uma pessoa ou um grupo de pessoas na rede.

Alta resolução  n. Capacidade de reproduzir textos e elementos gráficos com relativa nitidez e riqueza de detalhes. É obtida utilizando um grande número de pixels (pontos) para criar uma imagem na área dada. Para monitores, a resolução ocorre através do número total de pixels nas dimensões horizontais e verticais. Por exemplo, o adaptador de vídeo VGA possui resolução de 640 por 480 pixels. Em impressões, a resolução se refere ao número de pontos por polegadas (dpi) produzidos pela impressora, como 300 por 600 dpi para uma impressora laser ou jato de tinta ou 1000 por 2000 dpi para uma fotocompositora com qualidade de produção. Também chamado: hi–res.

Animação em GIF  n. Arquivo contendo uma série de gráficos que são exibidos em uma seqüência rápida em um navegador da Web para parecer que elas estão em movimento.

Aplicação de mensageria  n. Aplicação que permite que os usuários enviem mensagens (como mensagens de correio eletrônico ou de fax) uns para os outros.

Áudio  adj. Relação das freqüências dentro do limite de percepção do ouvido humano - de 15 a 20.000 hertz (ciclos por segundo).

Audiocast (transmissão de áudio)  n. Transmissão de um sinal de áudio utilizando protocolos IP.

Áudio-visual  adj. Referente a qualquer tipo de material que usa imagens e sons para apresentar informações.

Autor  vb. Para montar componentes multimídia, como gráficos, textos, áudio e animação em um produto ou publicação em um CD–ROM, DVD ou online e visualizar em um computador.

AVI  n. Acrônimo de Áudio-Vídeo Intercalado (Audio Video Interleaved). Formato de arquivo em multimídia do Windows para sons e imagens em movimento que utiliza a especificação da Microsoft RIFF (Recurso de Troca de Formato de Arquivos - Resource Interchange File Format).


B

B1FF Gíria  n. Um novo usuário online que está prestes a cometer erros em e–mails, grupos de notícias, mensagens instantâneas ou chats que revelam sua inexperiência. Exemplos típicos de erros cometidos por B1FFs incluem terminações de sentenças com vários pontos de exclamação (!!!!) e mensagens digitadas em LETRAS MAIÚSCULAS. Embora seja soletrado como B–1(um)–F–F, a pronúncia é "bif”.

Baixa resolução  adj. Pode ser abreviado para lo–res. Na impressão, a baixa resolução é comparável à qualidade comum, ou qualidade de rascunho, das impressoras matriciais a 125 pontos por polegada ou menos. Consulte também resolução. Compare com alta resolução.

Bitmap  n. Estrutura de dados em memória que representa as informações em forma de coleção de bits individuais. Um bitmap é utilizado para representar uma imagem de bit. Outro uso de um bitmap em alguns sistemas está na representação de blocos de armazenamento em disco, indicando se cada bloco está disponível (0) ou em uso (1). Consulte também imagem de bit, imagem de pixel.

Body (corpo)  n. 1. Nos e-mails, mensagens instantâneas e newsgroups da Internet, o conteúdo de uma mensagem. O corpo de uma mensagem segue o seu cabeçalho, que por sua vez carrega informações sobre o remetente, a origem e o destino da mensagem. Consulte também CLUT, paleta segura.

Browser CLUT  n. Tabela de cores que consiste em 216 cores consideradas seguras quando visualizadas com muitos navegadores da Web em muitos sistemas operacionais. Consulte também CLUT, paleta segura.

Buffer de som  n. Uma região da memória usada para guardar a imagem de bits de uma seqüência de sons que serão enviados ao(s) alto-falante(s) do computador.

Buffer de vídeo  n. A memória de um adaptador de vídeo usada para armazenar os dados que serão levados em seguida para a tela. Quando o adaptador de vídeo está operando no modo de texto, esses dados têm a forma de códigos ASCII e códigos de atributos. Quando o adaptador de vídeo está operando no modo gráfico, um ou mais bits de dados definem cada pixel. Consulte também imagem de bits, imagem de pixel.


C

Cabeçote de digitalização  n. O dispositivo ótico existente em vários equipamentos de digitalização e de fax, que se move de um lado para o outro do elemento que está sendo digitalizado, converte as áreas claras e escuras em sinais elétricos e envia esses sinais ao sistema de digitalização para processamento.

Câmera digital  n. Um tipo de câmera que armazena as imagens fotografadas eletronicamente em vez de em filmes, como é feito tradicionalmente. Uma câmera digital utiliza um elemento CCD (charge-coupled device, ou dispositivo de carga emparelhada) para capturar a imagem através de lentes quando o operador pressiona um botão; em seguida, os circuitos da câmera armazenam a imagem capturada pelo CCD em um meio de armazenamento, como memória de estado sólido ou disco rígido. Após ter sido capturada, a imagem é transmitida por cabo para o computador por meio de um software fornecido com a câmera. Uma vez no computador, a imagem pode ser manipulada e processada exatamente como uma imagem de um scanner ou de um dispositivo de entrada semelhante. Consulte também fotografia digital.

CD  n. 1. Disco compacto individual, como um CD–ROM. Consulte também CD–ROM, compact disc (definição 2).

CD player  n. Abreviatura de tocador de disco compacto (compact disc player). Um dispositivo que lê as informações armazenadas em um CD. Um CD player contém equipamentos óticos necessários para a leitura do conteúdo dos discos e um conjunto de circuitos eletrônicos para interpretar os dados conforme os lê.

CD Plus  n. Disco compacto em formato codificado que permite a mixagem de gravações de áudio e dados do computador no mesmo CD, sem a possibilidade de danificar o equipamento através da tentativa de reproduzir os dados.

CD–I  n. Acrônimo de disco compacto interativo (compact disc–interactive). Um hardware e software padrão para uma forma de tecnologia de disco ótico que combina áudio, vídeo e texto em discos compactos de alta capacidade. CD–I inclui recursos como exibição de imagem e resolução, animação, efeitos especiais e áudio. O padrão cobre métodos de codificação, compactação, descompactação e exibição de informações armazenadas. Consulte também CD–ROM.

CD–R  n. Acrônimo de discos compactos graváveis (compact disc–recordable). Tipo de CD–ROM que pode ser gravado em um gravador de CD e lido em uma unidade de CD–ROM. Consulte também Gravador de CD, CD–ROM.

CD–R/E  n. Acrônimo de discos compactos regraváveis e apagáveis (compact disc–recordable and erasable). Relativo ao hardware e software para interfaces de computadores com ambos dispositivos CD–R (disco compacto regravável) e CD–E (disco compacto apagável). Consulte também CD–R.

CD–ROM  n. 1. Acrônimo de memória somente leitura em disco compacto (compact disc read–only memory). Uma forma de armazenamento caracterizado pela alta capacidade (aproximadamente 650 megabytes) e utilização de laser ótico, ao invés de magnético, para a leitura de dados. Embora as unidades de CD–ROM sejam somente para leitura, eles são similares às unidades de CD–R (grava uma vez, lê várias vezes), dispositivos óticos WORM e unidades óticas de gravação-leitura. Consulte também CD-I, CD-R. 2. CD individual (disco compacto) desenvolvido para utilização em computador e capaz de armazenar até 650 megabytes de dados. Consulte também cd, disco.

CD–ROM de alta capacidade  n. Consulte digital video disc.

CD–ROM/XA  n. Abreviatura de Arquitetura estendida de (CD–ROM Extended Architecture). Um formato estendido de CD–ROM desenvolvido pela Philips, Sony e Microsoft. O CD–ROM/ XA está de acordo com o padrão ISO 9660 (High Sierra), o complementado com especificações para ADPCM (adaptive differential pulse code modulation) de áudio, imagens e dados intercalados. Consulte também CD–ROM, Especificação High Sierra.

CD–RW  n. Acrônimo de disco compacto regravável (compact disc–rewritable). Tecnologia, equipamento, software e mídia utilizada na produção de múltiplos CDs que podem ser gravados (discos compactos).

CDV  n. 1. Acrônimo de vídeo digital compactado (compressed digital vídeo). A compactação de imagens de vídeo para transmissão em alta velocidade. 2. Acrônimo de vídeo disco compactado (compact disc vídeo). Um vídeo disco de cinco polegadas. Consulte também videodisc.

Cifra de fluxo  n. Um método usado para criptografar uma seqüência de dados de tamanho ilimitado, que utiliza uma chave de tamanho fixo.

Cliente de mensageria  n. Programa que permite o usuário enviar e receber mensagens (como e–mail, mensagens instantâneas ou fax) de ou para outros usuários com a ajuda de um servidor remoto.

Clipe de som  n. Um arquivo que contém um pequeno elemento sonoro, em geral extraído de uma gravação mais longa.

Clipe de vídeo  n. Arquivo que contém um pequeno vídeo geralmente um trecho de uma gravação maior.

CLUT  n. Acrônimo de Tabela de Consulta de Cores (Color Look Up Table). Em aplicativos gráficos digitais, é um conjunto de cores específicas utilizadas na criação de gráficos. Quando um gráfico é criado ou editado, o usuário deve especificar uma CLUT que corresponda com as necessidades de impressão, Web ou outra mídia de destino. Em Web design, uma CLUT específica de cores seguras, utilizada em certos gráficos e designs, exibirá consistentemente plataformas diferentes e com navegadores diferentes. Consulte também browser CLUT, paleta segura.

CMY  n. Acrônimo de ciano-magenta-amarelo (cyan–magenta–yellow). Trata-se de um modelo destinado a descrever as cores que são produzidas através da absorção de luz, como ocorre com a tinta sobre o papel, em vez de emissão de luz, como ocorre nos monitores de vídeo. Os três tipos de células cônicas dos nossos olhos respondem à luz vermelha, verde e azul, que são absorvidas por pigmentos ciano, magenta e amarelo, respectivamente. Percentuais de pigmentos nessas cores primárias subtrativas podem, por esse motivo, ser combinadas visando-se a obter a aparência de qualquer outra cor. A ausência de pigmentos faz com que o branco permaneça sem alterações; a inclusão de 100 % dos três pigmentos transforma o banco em preto. Compare com CMYK, RGB.

CMYK  n. Acrônimo de ciano-magenta-amarelo-preto (cyan–magenta–yellow–black). Um modelo de cores semelhante ao CMY, mas que produz a cor preta como um componente separado e não através da combinação de cem por cento de ciano, magenta e amarelo. Consulte também CMY.

Codec  n. 1. Abreviatura de codificador / decodificador (coder/decoder). Hardware capaz de converter sinais de áudio ou vídeo entre formas analógicas e digitais. 2. Abreviatura de compressor/descompressor (compressor/decompressor). Hardware ou software capaz de compactar e descompactar dados de vídeo ou áudio. Consulte também compactação, descomprimir (compactar, descompactar). 3. Hardware que combina as definições 1 e 2.

Codificador  n. 1. No geral, qualquer hardware ou software que codifique informações—ou seja, converte informações para uma forma ou formato particular. Por exemplo, o Windows Media Encoder converte áudio e vídeo em um formato que possa ser processado a clientes através da rede. 2. No que diz respeito ao audio-digital MP3, é a tecnologia que converte um arquivo de áudio WAV em arquivo MP3. Um codificador MP3 pode compactar um arquivo de som em um tamanho muito menor, cerca de doze vezes maior do que o original, sem queda perceptível de qualidade. Consulte também MP3. Compare rip, ripper.

Codificador de MP3  n. Consulte codificador.

Código de região  n. Códigos em títulos de filmes de DVD e unidades de DVD–ROM que impedem a reprodução de certos DVDs em certas regiões geográficas. Os códigos regionais são partes da especificação de DVD.

Colorímetro  n. Dispositivo que avalia e identifica cores em termos de um conjunto de cores padronizadas.

Compact disc (disco compacto)  n. 1. Armazenamento ótico médio para dados digitais, geralmente áudio. Um disco compacto é um disco não-magnético, de metal polido com uma capa protetora de plástico com até 74 minutos de gravação de som de alta fidelidade. O disco é lido por um mecanismo de escaneamento ótico que utiliza uma fonte de luz de alta intensidade, como um laser e espelhos. Também chamado: disco ótico. 2. Uma tecnologia que forma a base da mídia como o CD–ROM, CD–ROM/XA, CD–I, CD–R, DVI e FotoCD. Todas essas mídias são discos compactos mas armazenam vários tipos de informações digitais e possuem diferentes capacidades de leitura/gravação. A documentação para os discos compactos é encontrada em livros designados pela cor de suas capas. Por exemplo, a documentação para discos compactos de áudio é encontrada no Livro Vermelho. Consulte também CD–I, CD–R, CD–ROM, CD–ROM/XA, DVI, PhotoCD. 3. Consulte CD.

Compact disc player (reprodutor de disco compacto)  n. Consulte CD Player.

Compact disc–interactive  n. Consulte CD–I.

Compact disc–recordable & erasable (disco compacto regravável e apagável)  adj. Consulte CD–R/E.

Compact disc–recordable (disco compacto regravável)  n. Consulte CD–R.

Compactação com perdas  n. Processo usado para compactar um arquivo em que alguns dados são perdidos depois que o arquivo é compactado e descompactado. Os arquivos de vídeo e som contêm em geral mais informações do que aquelas apresentadas ao espectador ou ouvinte. Um método de compactação com perdas, que não preserva essas informações excessivas, pode reduzir esses dados a até cinco por cento de seu tamanho original. Compare compactação sem perdas.

Compactação de imagem  n. Uso de uma técnica de compactação de dados em uma imagem gráfica. Os arquivos gráficos não-compactados geralmente consomem grandes áreas de armazenamento. Por isso, a compactação de imagens é útil para economizar espaço. Consulte também compactação de vídeo.

Compactação de tons  n. Em gráficos digitais, a compactação de todas as cores de uma imagem do dispositivo de saída escolhido. Permite a compactação de tons na digitalização e edição de gráficos melhorando a qualidade da impressão final da imagem.

Compactação de vídeo  n. . A redução no tamanho dos arquivos que contêm imagens de vídeo no formato digital. Se a compactação não for feita, um vídeo com 24 bits de cor e 640 x 480 pixels poderia ocupar um megabyte por quadro, ou acima de um gigabyte por minuto. Entretanto, a compactação de vídeo pode ter perdas sem afetar a qualidade percebida da imagem. Consulte também compactação com perdas, Movimento JPEG, MPEG.

Compactação LZW  n. Algoritmo de compactação nomeada após Abraham Lempel e Jakob Ziv (criadores da compactação Lempel Ziv) que utiliza strings repetidos de dados na compactação de fluxos de caracteres em fluxos de código. Esse algoritmo é também a base da compactação GIF. Consulte também GIF.

Compactação sem perdas  n. O Processo usado para compactar um arquivo de modo que, após ser compactado e descompactado, ele corresponda ao formato original, bit a bit. Os arquivos de texto, de código e de dados numéricos devem ser compactados através da utilização de um método sem perdas. Esses métodos podem, em geral, reduzir um arquivo a 40 por cento de seu tamanho original. Consulte também compactação com perdas.

Compactar  n. Redução do tamanho de um conjunto de dados, como um arquivo ou mensagem de comunicação, de modo que seja possível armazená-lo com menos espaço ou transmiti-lo com uma largura de banda menor. Os dados podem ser compactados removendo-se seqüências de bits repetidas e substituindo-as pela forma resumida que consome menos espaço; a restauração das seqüências repetidas descompacta os dados. É necessário usar métodos de compactação sem perdas com arquivos de texto, códigos e dados numéricos; a compactação com perdas pode ser usada para arquivos de vídeo e de som. Consulte também compactação sem perdas, compactação com perdas.

Compressão de áudio  n. Método de redução de todo o volume de um sinal de áudio. Isto é limitando a quantidade de distorção aparente quando o sinal é reproduzido pelo alto-falante ou transmitido através de um link de comunicação.

Comunicação digital  n. Troca de comunicações na qual todas as informações são transmitidas em forma binária (digital).

Conector IEEE 1394  n. Tipo de conector que permite que você conecte e desconecte dispositivos seriais de alta velocidade. Um conector IEEE 1394 geralmente se localiza na parte de trás de seu computador próximo a porta serial ou paralela. O barramento IEEE 1394 é utilizado primeiramente para conectar vídeos digitais modernos e dispositivos de áudio em seu computador; no entanto, alguns discos rígidos, impressoras, scanners e unidades de DVD também podem ser conectados ao seu computador utilizando o conector IEEE 1394.

Conector RCA  n. Conector usado para a ligação de equipamentos de áudio e vídeo, como uma aparelhagem de som ou um monitor de vídeo composto, ao adaptador de vídeo do computador.

Controlador de vídeo  n. Consulte adaptador de vídeo.

Cor  n. Na física, o tom com o qual são percebidos os diversos comprimentos de onda na parte do espectro eletromagnético à qual o olho humano é sensível. As cores, tais como as vemos, variam do violeta, na extremidade maior da faixa de freqüências da luz visível, até o vermelho, na extremidade de freqüência mais baixa. (No entanto, esses comprimentos de onda representam apenas uma pequena parte do espectro eletromagnético total, que vai dos raios cósmicos às ondas de rádio.) Nos vídeos dos computadores, a cor é um atributo dos caracteres de texto ou dos caracteres gráficos, influenciados tanto pelo hardware quanto pelo software. O software manipula combinações de bits que representam as diferentes tonalidades de uma cor destinadas a posições específicas da tela (caracteres ou pontos individuais, chamados de pixels). O hardware da placa de vídeo traduz esses bits em sinais elétricos, que, por sua vez, controlam o brilho dos fósforos de diferentes cores nas posições correspondentes da tela do monitor CRT. Os olhos do usuário unem a luz dos fósforos para perceber uma única cor. Consulte também modelo de cor, monitor colorido, monitor, RGB, vídeo, adaptador de vídeo.

Cor de processo  n. Método de tratamento de cores em um documento pelo qual cada bloco de cor é separado em seus componentes de cor das cores primárias subtrativas para a impressão: ciano, magenta e amarelo (além de preto). Todas as outras cores são criadas através das misturas de camadas de vários tamanhos de retículas impressas em ciano, magenta e amarelo para produzir a imagem. Consulte também modelo de cor, separação de cores (definição 1). Compare com cor pontual.

Cor pontual  n. Um método de tratamento da cor nos documentos, através do qual é especificada uma determinada cor de tinta e cada página que contenha elementos dessa cor é impressa como uma camada separada. A impressora imprime o documento em tantas passagens quantas forem as cores pontuais diferentes do documento. Consulte também modelo de cor, separação de cores (definição 1). Compare com cor de processo.

Cor verdadeira  n. Consulte também cores 24 bits.

Cores 16 bits  adj. Do, de ou característico ao monitor que pode produzir 216 (65,536) cores distintas. Compare com Cores 24 bits , Cores 32 bits.

Cores 24 bits  n. Cor RGB na qual o nível de cada uma das cores primárias em um pixel é representada por 8 bits de informação. Uma imagem colorida de 24 bits pode conter mais de 16 milhões de cores distintas. Nem todos os monitores suportam 24 bits colorido, especialmente modelos mais antigos. Alguns deles não podem utilizar 8 bits colorido (256 cores) ou 16 bits colorido (65,536 cores). Também chamado: cor verdadeira. Consulte também Profundidade do bit, pixel, RGB. Compare com Cores 16 bits, Cores 32 bits.

Cores 8 bits  n. Um monitor ajustado com até 256 entradas de cores específicas. Qualquer paleta de cores anexada a uma imagem é por definição uma paleta de 8 bits.


D

Decodificador de DVD  n. Componente de hardware ou software que permite que uma unidade de disco de vídeo digital (DVD) exiba filmes na tela de seu computador. Consulte também digital video disc.

Descompactar  vb. Consulte também descomprimir.

Descomprimir  vb. Rearmazenar o conteúdo de um arquivo compactado em sua forma original. Também chamado: descompactar. Compare com compactação.

Destinatários múltiplos  n. 1. Capacidade de enviar mensagens de correio eletrônico a mais de um usuário, ao mesmo tempo, listando mais de um endereço de correio eletrônico em uma linha. Os delimitadores, como vírgulas ou ponto-e-vírgulas, são usados para separar os endereços de correio eletrônico. Ver também e-mail (correio eletrônico, e-mail); mailing list (lista de correspondência, lista de mala direta). 2. Os assinantes de uma lista de correspondência. Uma mensagem enviada à lista é endereçada aos vários destinatários da lista.

Digital  adj. 1. Referente aos dígitos e à forma como eles são representados. 2. Na informática, digital é praticamente sinônimo de binário porque os computadores com que estamos familiarizados processam informações codificadas como combinações de dígitos binários (bits) 0 e 1.

Digital audio disc (disco de áudio digital)  n. Armazenamento ótico médio para gravar digitalmente informações de áudio codificadas. Consulte também compact disc.

Digital audio tape (fita de áudio digital)  n. Fita magnética usada para registrar informações de áudio codificadas em formato digital. Acrônimo: DAT.

Digital audio/video connector (conector de áudio/vídeo digital)  n. Interface de algumas placas de vídeo mais sofisticadas ou de placas para conversores de TV que permite a transmissão simultânea de sinais digitais de áudio e vídeo. Também chamado: conector DAV. Consulte também adaptador de vídeo.

Digital video disc–erasable  n. Uma extensão que foi proposta para o formato de gravação em disco de vídeo digital. Com ela, é possível regravar dados no disco diversas vezes. Acrônimo: DVD–E. Também chamado: disco de vídeo digital–ROM.

Digital video disc–recordable (disco de vídeo digital–gravável)  n. Uma extensão que foi proposta para o formato de gravação em disco de vídeo digital. Com ela, é possível regravar dados no disco diversas vezes. Acrônimo: DVD–R.

Digital video disc–ROM (disco de vídeo digital–ROM)  n. Uma versão de um disco de vídeo digital que pode ser lida por computador e que contém 4,7 ou 8,5 GB de armazenamento de cada lado, ou mais ainda se a tecnologia "2P" de duas camadas da 3M for utilizada. Acrônimo: DVD–ROM. Também chamado: disco de vídeo digital-apagável. Consulte também digital video disc.

Digitalizador de vídeo  n. Dispositivo utilizado em gráficos que usa uma câmera ao invés de um cabeçote de digitalização para capturar a imagem e armazená-la em seguida na memória com a ajuda de uma placa de circuito específica. Consulte também digitalizar. Compare com câmera digital.

Digitalizador tridimensional  n. Um scanner tridimensional, usado principalmente em trabalhos médicos e geográficos. Consulte também scanner ótico.

Digitalizar  vb. Converter qualquer fonte de entrada continuamente (analógica), como as linhas de um desenho ou sinal sonoro, em uma série de unidades discretas representadas no computador pelos dígitos binários 0 e 1. Os conversores digitais/analógicos são comumente utilizados para fazer essa tradução.

Digitalizar (de scanner)  vb. 1. Na televisão e nas tecnologias de vídeos de computadores, mover um feixe de elétrons de um lado para o outro na superfície interna da tela, linha a linha, iluminando o fósforo de modo a criar as imagens desejadas. 2. No fax e em outras tecnologias óticas, passar um dispositivo sensível à luz de um lado a outro do meio físico onde a imagem foi impressa, como uma página de texto, convertendo as áreas claras e escuras da superfície em dígitos binários que podem ser interpretados pelo computador.

DirectX  n. Conjunto de tecnologias da Microsoft que fornece aos desenvolvedores ferramentas necessárias para criar sofisticados aplicativos de multimídia em computadores com o Windows. O DirectX consiste em componentes unidos a duas camadas integradas. A camada de Base fornece funções de baixo nível, como um suporte de dispositivos de entrada, desenvolvido para garantir que os aplicativos possam rodar—e obter total vantagem sob hardwares com Windows. A camada de Mídia, acima da camada de Base fornece serviços de alto nível como um suporte para fluxo de mídia e animação que são necessários na criação de aplicativos incorporando som surround, vídeo, e animação em 3D. DirectAnimation, DirectSound e outras interfaces de programação de aplicativos similares (APIs) são membros da família DirectX.

Disco  n. 1. Uma peça redonda e plana de plástico flexível com uma cobertura magnética que pode ser eletricamente influenciada a manter informações gravadas em formato digital (binário), envolvida em um invólucro plástico protetor do disco contra danos e contaminação. Também chamado: disquete, microdisquete. Compare compact disc , disco. 2. uma peça redonda e plana não magnética de material brilhante com uma cobertura plástica projetada para ler e gravar uma tecnologia ótica (laser). Atualmente, tornou-se padrão utilizar a palavra disc (com c) para os discos óticos e disk (com k) em relação a todos os outros contextos que envolvam o computador, como disquete (floppy disk), disco rígido (hard disk) e disco de RAM (RAM disk). Consulte também compact disc.

Disco compactado  n. Disco rígido ou disquete cuja capacidade aparente de armazenar dados foi aumentada através do uso de um utilitário de compactação, como Stacker ou Double Space.

Disco de vídeo digital  n. A nova geração de tecnologia de armazenamento em disco ótico. Com a tecnologia de disco digital, é possível codificar imagens, sons e dados de computador em um CD. O disco de vídeo digital pode armazenar maiores volumes de dados que um CD tradicional. Um disco de vídeo com apenas uma camada e uma face pode armazenar até 4,7 GB de dados; um padrão de duas camadas aumenta a capacidade de um disco de uma face para 8,5 GB. Os discos de vídeo digital podem ter duas faces e uma capacidade de 17 GB. É necessário um dispositivo específico para a reprodução de discos de vídeo digital; esse aparelho também é capaz de ler tecnologias mais antigas de armazenamento ótico. Os defensores do disco de vídeo digital pretendem substituir os formatos de armazenamento digital atuais, como os CDs e os CD-ROMs, por um único formato do disco de vídeo de digital. Acrônimo: DVD. Também chamado: disco versátil digital disc. Consulte também digital video disc–ROM.

Disco de vídeo digital regravável  n. Tecnologia usada para gravar dados em discos que têm a mesma capacidade de armazenamento dos discos de vídeo digitais (DVDs), mas que podem ser regravados como os dispositivos de CD regravável (CD-RW). Consulte também digital video disc.

Dispositivo de captura de vídeo  n. Uma placa de expansão que converte os sinais de vídeo analógicos para o formato digital e os armazena no disco rígido do computador ou em outro dispositivo de memória de massa. Alguns dispositivos de captura de vídeo também são capazes de converter vídeos digitais em vídeos analógicos para utilização em um VCR. Também chamado: placa de captura de vídeo.

DRAM de vídeo  n. Consulte RAM de vídeo.

Driver de vídeo  n. Software que fornece a interface entre o hardware do adaptador de vídeo e outros programas, incluindo o sistema operacional. O usuário pode acessar a unidade de vídeo para especificar a resolução e a profundidade dos bits de cor das imagens no monitor durante o processo de configuração. Consulte também monitor, adaptador de vídeo.

DRM  n. Acrônimo de Gerenciamento de Direitos Digitais (Digital Rights Management). Grupo de tecnologias desenvolvidas para proteger a propriedade intelectual contra a pirataria controlando quem pode visualizar o conteúdo protegido e de qual maneira isso pode ser feito. Um pacote de DRM permite ao comprador a visualização do conteúdo protegido, mas impede sua impressão ou encaminhamento. O conteúdo pode ser configurado para expirar após um tempo ou caso seja distribuído a outros usuários. A tecnologia DRM protege de várias maneiras o conteúdo digital e analógico, inclusive encriptações, marcas d´água digitais e rastreamento de software.

DSL  n. Acrônimo de Digital Subscriber Line, tecnologia de comunicação digital recentemente desenvolvida (anos 90) que fornece transmissões em alta velocidade acima da fiação telefônica de cobre padrão. DSL refere-se freqüentemente como xDSL, onde x significa um ou dois caracteres da tecnologia básica DSL. Atualmente, ADSL (DLS Assimétrica) é a forma mais provável e disponível apenas a um grupo de assinantes limitado.

DV  n. Consulte video digital.

DVD  n. Consulte digital video disc.

DVD–E  n. Consulte digital video disc–erasable.

DVD–R  n. Consulte digital video disc–recordable.

DVD–ROM  n. Consulte também digital video disc–ROM.

DVI  n. Acrônimo de Interface de Vídeo Digital (Digital Video Interface). Uma técnica de compactação/descompactação para armazenar imagens de vídeo com animação, sons, elementos gráficos e outros dados em um computador ou CD-ROM. A tecnologia DVI foi desenvolvida pela RCA em 1987 e adquirida pela Intel em 1988. Desde então, a Intel desenvolveu uma versão de software da DVI, o Indeo, chamado também: vídeo digital–interativo.

DVR  n. . Acrônimo de Gravação de Vídeo Digital (Digital Video Recording). Tecnologia que permite que programas transmitidos em TV sejam digitalizados e reproduzidos imediatamente. Os sinais da TV são traçados através de um disco rígido, convertidos em formato digital e exibidos em tempo real, na opção visualizar, na base de retardo. A tecnologia DVR pode ser utilizada com um VCR para gravar seus programas favoritos adiantado, com o usuário escolhendo os programas a serem gravados através de um guia de programação online. As capacidades de DVR podem também ser adicionadas a produtos que tenham tecnologia digital relacionada e componentes como set–top boxes e conversores de TV digitais.


E

Edição de imagem  n. Processo de alteração de uma imagem de mapa de bits, em geral em um editor de imagens.

Edição em três pontos  n. Na edição de vídeo digital, é um recurso que simplifica o processo de coloração de novos vídeos dentro da seqüência calculando os pontos de edição. Para fazer uma edição, os pontos de entrada e saída devem ser definidos em um clipe de vídeo adicionado e em uma seqüência onde o clipe será inserido. O usuário fornece três pontos de edição e o software de edição determina o quarto.

Editor de fotografias  n. Aplicação gráfica usada para manipular digitalmente uma imagem, como uma fotografia digitalizada.

Editor de imagens  n. Programa aplicativo que permite ao usuário modificar a aparência de uma imagem de mapa de bits, como, por exemplo, uma fotografia digitalizada, através do uso de filtros e outras funções. A criação de novas imagens é feita, em geral, em um programa de desenho livre ou geométrico.

Editor de som  n. Um programa que permite ao usuário a criação e manipulação de arquivos de som.

Editor de vídeo  n. Dispositivo ou programa utilizado para modificar o conteúdo dos arquivos de vídeo.

Editoração eletrônica  n. O uso de um computador e softwares especiais para associar textos e gráficos na criação de documentos que possam ser impressos em uma impressora a laser ou fotocompositora. A editoração eletrônica é um processo que se desenvolve em várias etapas, envolvendo vários tipos de software e equipamentos. O texto e as ilustrações originais costumam ser produzidos com softwares como processadores de textos e programas de desenho livre ou geométrico, além de equipamentos digitalizadores de fotografias e imagens. O produto acabado é transferido, então, para um programa de diagramação de páginas, que é considerado, pela maioria das pessoas, como o software de editoração eletrônica propriamente dito. Esse tipo de programa permite que o usuário posicione o texto e os gráficos na tela e avalie o resultado; para refinar partes pequenas dos documentos, esses programas costumam ter recursos de processamento de textos e desenho além das funções de layout. Por fim, o documento pronto é impresso em uma impressora a laser ou, caso se deseje uma qualidade profissional, em um equipamento de fotocomposição.

Emotag  n. Em uma mensagem de correio eletrônico ou em um artigo de newsgroup, uma letra, uma palavra ou frase que é delimitada por sinais de maior e menor que, e assim como um emoticon, indica a atitude da pessoa em relação ao que ela está escrevendo na mensagem. Os emotags costumam ter tags de abertura e fechamento, semelhantes às tags HTML, que delimitam uma expressão ou uma ou mais frases. Por exemplo: <piada>Você realmente="" pensou que haveria uma mensagem aqui, não pensou?</piada>. Alguns emotags consistem de uma única tag, como <sorria>. Consulte também emoticon.

Emoticon  n. Um string que, quando visto lateralmente, forma um rosto expressando um determinada emoção. Um emoticon costuma ser usado em uma mensagem de correio eletrônico ou em um artigo de newsgroup como um comentário sobre o texto que o precede. Dentre os emoticons mais comuns estão: :-) ou :) (significando "estou sorrindo por causa dessa história"), ;-) ("estou rindo e piscando ao mesmo tempo"), :-( ("estou triste com isso tudo"), :-7 ("estou falando e colocando a língua na bochecha") :D ou :-D (grande sorriso; "estou supercontente"), e :-O (um bocejo de tédio ou uma boca aberta devido a uma surpresa). Consultar mensagem instantânea. Compare com emotag.

Escala de cinza  n. Seqüência progressiva de tons que vão do preto ao branco. As escalas de cinza são usadas na computação gráfica para aumentar o detalhamento das imagens. O número de tons de cinza depende do número de bits usados para descrever a "cor" de cada pixel (ponto) da imagem. O “cinza” pode ser representado por tons de cinza reais, por pontos reticulados ou por dithering (pontilhamento). Consulte também dithering.

Espaço de cor  n. Meio de descrever a cor em ambientes digitais. RGB é o espaço de cor mais comum na Web e, com outra cor, o espaço de cor mais comum visualizado nos monitores, enquanto que CMYK é o espaço de cor principal para editoração e outras mídias de impressão digital.

Especificação High Sierra  n. Especificação de formato adotada na indústria em geral para a estrutura lógica, a estrutura de arquivo e as estruturas de registro de um CD-ROM. O nome High Sierra deriva da localidade, próxima ao lago Tahoe, onde, em novembro de 1985, foi realizada uma importante reunião sobre o uso de CD-ROMs. Essa especificação serviu como base para o padrão internacional ISO 9660.


F

Firewall  n. Um sistema de segurança cujo objetivo é proteger a rede de uma organização contra ameaça externas, como hackers, vindas de outras redes, como a Internet. Um firewall impede que os computadores da rede da organização se comuniquem diretamente com computadores externos à rede e vice-versa. Em vez disso, toda a comunicação é roteada através de um servidor proxy externo à rede da organização, e o servidor proxy decide se é seguro permitir que uma determinada mensagem ou arquivo passe pela rede da organização.

Flame1 (discussão acalorada1)  n. Uma mensagem de correio eletrônico ou um artigo de newsgroup pessoalmente ofensivo.

Flame2 (Enviar uma discussão acalorada2)  vb. 1. Enviar uma mensagem de correio eletrônico ou um artigo de newsgroup pessoalmente ofensivo. 2. Criticar pessoalmente por meio de mensagens de correio eletrônico ou de artigos de newsgroups.

Fluxo1  n. Qualquer transmissão, como o movimento de um arquivo entre o disco rígido e a memória que ocorre em um fluxo contínuo. A manipulação de fluxo de dados é a tarefa de programação. Os clientes, no entanto, encontram referências em conexões de fluxo na Internet onde há um aumento da confiança nas técnicas de fluxo que permitem que os usuários (mesmo com equipamentos inferiores) acessem arquivos grandes de multimídia—especialmente aqueles que contenham componentes de áudio e vídeo—e exibam ou reproduzam-nos antes que todos os dados sejam transferidos.

Fluxo2  vb. Transferência de dados continuamente, do começo ao fim, em fluxo constante. Muitos aspectos de informática confiam na habilidade desse fluxo de dados: por exemplo, entrada e saída de arquivos e comunicações. Caso seja necessário, um aplicativo que recebe um fluxo deve ser capaz de salvar as informações em um buffer para impedir a perda de dados. Na Internet, o fluxo permite que os usuários comecem a acessar e utilizar um arquivo antes que o mesmo seja transferido completamente.

Fluxo de HTTP  n. O processo de fluxo de download de mídia digital utilizando um servidor HTTP (servidor de Internet padrão) ao invés de um servidor designado especificamente para transmitir mídias de fluxo. O fluxo de HTTP faz o download da mídia ao computador, que reproduz o arquivo, tornando-o disponível. Consulte também fluxo em tempo real.

Fluxo em tempo real  n. Processo de entrega de um arquivo de mídia de fluxo através de um servidor de mídia de fluxo especializado utilizando um protocolo de fluxo em tempo real (RTSP). Com o fluxo em tempo real, o arquivo reproduz um servidor de mídia de fluxo mesmo se ele for visualizado no computador que abriu o arquivo. O fluxo em tempo real é transmitido numa largura de banda maior que a do fluxo HTTP. É utilizado geralmente para transmitir eventos ao vivo, como concertos ou palestras de partidos políticos. Consulte também fluxo de HTTP.

Fluxos de mídia  n. Seqüência contínua de áudio ou áudio e vídeo através da rede.

Fotocompositora  n. Equipamento de fotocomposição capaz de transferir textos e gráficos em CRC (camera-ready) diretamente para papel ou filme. As fotocompositoras costumam ter alta resolução (acima de 1.000 dpi) e são, em geral, compatíveis com PostScript.

Fotografia digital  n. Fotografia por meio de uma câmera digital. A fotografia digital difere da fotografia convencional porque a câmera digital não utiliza um filme baseado em um composto de prata para capturar a imagem. Em vez disso, uma câmera digital captura e armazena cada imagem eletronicamente. Consulte também câmera digital.

Fotorealismo  n. Processo de criação de imagens tão próximas da qualidade fotográfica ou "real" quanto possível. Na computação gráfica, o fotorrealismo exige computadores possantes e softwares altamente sofisticados, usando pesados recursos matemáticos.


G

Gerenciamento de cores  n. Processo de produção e reprodução precisa, cores consistentes através de uma variedade de entrada e saída de cor e dispositivos de exibição. O gerenciamento de cor inclui uma conversão precisa de entradas RGB feitas a partir de um scanner, câmera ou monitor para saídas CMYK de impressora. Inclui também um aplicativo de um perfil de dispositivos contendo informações sobre o comportamento da impressora ou outro dispositivo onde a imagem será reproduzida e possibilita as variações ambientais como a umidade e a luminosidade. Consulte também CMYK, RGB.

Gerenciamento dos Direitos Digitais  n. Consulte DRM.

GIF  n. 1. Acrônimo de Graphics Interchange Format. Formato de arquivo gráfico desenvolvido pela CompuServe e usado para transmitir imagens de varredura na Internet. Uma imagem pode conter até 256 cores, inclusive uma cor transparente. O tamanho do arquivo depende do número de cores efetivamente usadas. O método de compactação LZW é usado para reduzir ainda mais o tamanho do arquivo. Consulte também Compactação LZW. 2. Gráfico armazenado como um arquivo no formato GIF.

Gradiente  n. Suave progressão de cores e sombras, geralmente a partir de uma cor para outra ou de uma sombra para outra sombra da mesma cor.

Gráficos inline  n. Arquivos gráficos que são incorporados em um documento HTML ou página da Web e podem ser exibidos por um navegador da Web ou por outro programa que reconheça a linguagem HTML. Ao evitar a necessidade por operações separadas de abertura de arquivo, os gráficos incorporados podem agilizar o acesso e a carga de um documento HTML. Também chamado imagem em linha.

Gravação digital  n. O armazenamento de informações codificadas em forma binária (digital). A gravação digital exige a conversão das informações – textos, gráficos, som ou imagens – em strings de números um e zero que possam ser representados fisicamente em um meio de armazenamento. Dentre os meios de gravação digital estão os discos óticos (CDs) e os cartuchos de ROM do tipo utilizado em alguns softwares e em muitos jogos de computador.

Gravador de CD  n. Dispositivo utilizado para gravar CD–ROMs. Já que um disco só pode ser gravado uma vez nestas máquinas, eles são mais utilizados para gravação de arquivos de dados em CD–ROMs ou na produção de CD–ROM mestres que podem ser duplicados para distribuição em massa. Também chamado: máquina de CD–R, gravador de CD–ROM. Consulte também CD–ROM.


H

H.320  n. Padrão da União de Telecomunicações Internacionais (International Telecommunications Union - ITU) que permite a interoperabilidade entre equipamentos de vídeo conferência de diferentes fabricantes além dos serviços de circuito comutados como ISDN tornam a vídeo conferência de área de trabalho viável. H.320 estabelece formatos comuns necessários para tornar entradas e saídas de áudio e vídeo compatíveis e define um protocolo que torna um terminal multimídia possível para ser utilizado em links de comunicação áudio/visual e sincronização. Consulte também ISDN, vídeo-conferência.

H.323  n. Protocolo de interoperabilidade da União de Telecomunicações Internacionais (International Telecommunications Union - ITU) que permite a comunicação cruzada de produtos multimídias e aplicativos além de redes baseadas em pacotes. Os produtos multimídias oferecidos por um fornecedor podem trabalhar com aqueles de outros, exceto a compatibilidade de hardware. Por exemplo, um PC pode compartilhar áudio e vídeo além de uma intranet ou Internet. Conseqüentemente, os aplicativos também estão em rede–, plataforma–, e independentes.

H.324  n. Padrão da ITU (International Telecommunications Union) para a transmissão simultânea de vídeo, dados e voz em conexões via modem POTS (Plain Old Telephone Service).

Hipermídia  n. Integração de qualquer combinação de texto, elementos gráficos, som e vídeo em um sistema associativo de armazenamento e recuperação de informações em que os usuários saltam de um assunto para outro relacionado, ao pesquisar informações. A hipermídia tem o objetivo de oferecer um ambiente de trabalho e aprendizado que se aproxime do raciocínio humano – ou seja, um ambiente que permita ao usuário fazer associações entre os assuntos, em vez de passar seqüencialmente de um tópico a outro, como em uma lista alfabética. Por exemplo, uma apresentação de hipermídia sobre o assunto "navegação" poderia conter vínculos com assuntos como astronomia, migração dos pássaros, geografia, satélites e radar.


I

IEEE  n. Acrônimo de Instituto de Engenharia Elétrica e Eletrônica (Institute of Electrical and Electronics Engineers). Organização de profissionais de engenharia e elétrica com sede nos Estados Unidos, porém possui associados em vários países. O IEEE (pronuncia-se "I triplo E”) se refere a assuntos relacionados á ciência, elétrica, eletrônica e engenharia da computação.

IEEE 1394  n. É um barramento serial de entrada/saída padrão de alta velocidade. O IEEE 1394 fornece um meio de conexão de dispositivos digitais, incluindo computadores pessoais e hardwares eletrônicos para consumidores. Sua plataforma independente, escalável (expansível) e flexível suporta conexões ponto a ponto (ou dispositivo a dispositivo). O IEEE 1394 preserva a integridade dos dados eliminando a necessidade de converter sinais digitais em analógicos. Criado para redes de estações de trabalho pela Apple Computer e em seguida, desenvolvido pelo grupo do IEEE 1394, é considerado uma interface de baixo custo para dispositivos, como as câmeras digitais e dispositivos multimídia como um meio de integrar computadores pessoais e equipamentos eletrônicos caseiros. FireWire é implementação de propriedade da Apple Computer. Consulte também IEEE.

IM  n. Consulte mensagem instantânea.

Imagem  n. 1. Descrição armazenada de uma figura gráfica, como um conjunto de valores de brilho e cor de pixels ou como um conjunto de instruções para a reprodução da figura. Ver também bitmap (mapa de bits); pixel map (mapa de pixels). 2. Duplicata, cópia ou representação total ou parcial de um disco rígido ou disquete, uma seção da memória ou da unidade de disco rígido, um arquivo, um programa ou dados. Por exemplo, um disco de RAM pode armazenar uma imagem total ou parcial de um disco na memória principal. Um programa virtual de RAM pode criar uma imagem de alguma parte da memória principal do computador no disco.

Imagem de bit  n. Coleção seqüencial de bits que representa em memória uma imagem exibida na tela, particularmente em sistemas com interface de usuário gráfica. Cada imagem de bit corresponde a um pixel (ponto) na tela. A tela em si, por exemplo, representa uma única imagem de bit; similarmente, o ponto padroniza todos os caracteres em uma fonte representando uma imagem de bit da fonte. Em uma exibição em preto e branco, cada pixel é tanto preto quanto branco, então, pode ser representado por um único bit. O "padrão" de 0s e 1s na imagem de bit determina o padrão dos pontos branco e preto, formando uma imagem na tela. Em um monitor colorido, a descrição correspondente de bits na tela é chamada de imagem de pixel, pois necessita de mais de um bit para representar cada pixel. Consulte também bitmap, imagem de pixel.

Imagem imersiva  n. Método de apresentação de imagens fotográficas em um computador utilizando técnicas de realidade virtual. Uma técnica comum de imagem imersiva coloca o usuário no centro de visualização. O usuário pode panoramizar 360 graus dentro da imagem e aumentar ou diminuir o zoom. Outra técnica coloca um objeto no centro de visualização e permite que o usuário rotacione o objeto para examiná-lo sob qualquer perspectiva. As técnicas de imagem imersiva podem ser utilizadas em experiências com realidade virtual sem equipamentos como capacete ou óculos. Também chamado: processamento baseado em imagem. Consulte também tratamento de imagens.

Imagem inline  n. Imagem que é incorporada no texto de um documento. As imagens incorporadas são comuns em páginas da Web. Ver também inline graphics (gráficos incorporados, gráficos embutidos). Consulte também gráficos inline.

Imagens de pixel  n. Representação de um gráfico em cores na memória do computador. A imagem de pixels é semelhante à imagem de bits, que também descreve uma imagem na tela, diferindo dela pelo fato de possuir uma outra dimensão, a profundidade, que descreve o número de bits da memória associados a cada pixel na tela.

Impressora  n. Periférico do computador que reproduz, em papel ou em algum outro meio (como o acetato), textos ou imagens geradas pelo computador. As impressoras podem ser classificadas de diversas maneiras. A diferenciação mais comum é entre as impressoras de impacto versus impressoras sem impacto, tecnologia de impressão, formação de caractere, método de transmissão, método de impressão, capacidade de impressão e qualidade. As impressoras de impacto golpeiam o papel e são mais bem exemplificadas pelas impressoras matriciais e impressoras de margarida; as impressoras sem impacto englobam outros tipos de mecanismo de impressão, incluindo as impressoras a laser, impressoras a jato de tinta e impressoras térmicas. As impressoras matriciais podem ser classificadas pelo número de “pins” produzidos no cabeçote de impressão: 9, 18, 24, e assim por diante. A formação de caracteres se dá através de linhas contínuas (como na impressora de margarida) versus os caracteres da matricial que compõem os pontos padrão. As impressoras a laser são geralmente consideradas para produzir caracteres totalmente formados já que sua saída é muito clara e os pontos são extremamente pequenos e com espaços fechados. O método de transmissão Paralelo (transmissão byte por byte) versus o método serial (transmissão bit por bit). Essas categorias dizem respeito a qual saída é enviada a impressora ao invés de qualquer distinção mecânica. Muitas imagens estão disponíveis tanto nas versões paralela ou serial e outras impressoras oferecem ambas as escolhas, rendendo maior flexibilidade nas opções de instalação. Método de impressão Caractere por caractere, linha por linha ou página por página. As impressoras de caractere incluem a matricial, jato de tinta, térmica e margarida. As impressoras em linha incluindo banda, correia, e tambor são comumente associadas a amplas instalações de computadores ou redes. As impressoras de páginas incluem as eletrofotográficas, como as impressoras a Laser. Capacidade de impressão somente Texto e Texto e Gráficos. As Impressoras Somente Texto, incluindo muitas impressoras margaridas e impressoras de dedal e algumas matriciais e a laser, podem produzir apenas caracteres padronizados, como letras trabalhadas ou mapas de caracteres internos. Impressoras de Texto e Gráficos matriciais, de jato de tinta, a laser e outras—podem reproduzir todos os tipos de imagens pelo "desenho" de pontos. Qualidade da impressão Rascunho versus qualidade próximo a Carta versus qualidade de Carta.

Impressora laser  n. Impressora eletrofotográfica que se baseia na tecnologia usada pelas fotocopiadoras. Um raio laser finamente focalizado e um espelho rotativo são usados para traçar uma imagem da página desejada em um tambor fotossensível. Essa imagem é convertida, no tambor, em uma carga eletrostática que atrai e mantém preso o toner. Uma folha de papel eletrostaticamente carregada passa pelo tambor, que retira o toner do tambor fixando-o ao papel. Em seguida, é feita uma aplicação de calor para fundir o toner ao papel. Por fim, a carga elétrica é retirada do tambor e o excesso de toner é coletado. Pulando esta última etapa e repetindo apenas a aplicação do toner e a passagem do papel, a impressora consegue imprimir diversas cópias da mesma página. A única desvantagem importante das impressoras a laser reside no fato de que elas possuem menos flexibilidade no manuseio do papel do que as impressoras matriciais. A impressão em diversas vias e a impressão de documentos muito largos pode ser feita com mais facilidade em impressoras matriciais.

Internet  n. Abreviação de internetwork. Um conjunto de redes de computadores unidas através de gateways que lidam com a transferência de dados e conversão de mensagens dos protocolos de rede que as enviam para aqueles da rede que as recebe.

Internet  n. Conjunto mundial de redes e gateways que utilizam o conjunto de protocolos TCP/IP para se comunicar uns com os outros. No centro da Internet há um backbone de linhas de comunicação de dados de alta velocidade entre nós principais ou computadores host, composto de milhares de sistemas de computadores comerciais, governamentais, educacionais, entre outros, que roteiam dados e mensagens. Um ou mais nós da Internet podem parar de funcionar sem comprometer a Internet como um todo, porque ela não é controlada por nenhum computador ou rede individual. A Internet surgiu como uma rede descentralizada, denominada ARPANET, criada em 1969 pelo Departamento de Defesa norte-americano para facilitar a comunicação no caso de um ataque nuclear. Outras redes, como a BITNET, a Usenet, a UUCP e a NSFnet, acabaram se conectando à ARPANET. Hoje, a Internet oferece uma grande variedade de serviços aos usuários, como FTP, correio eletrônico, WWW (World Wide Web), Usenet News, Gopher, IRC, telnet etc. Também chamada: Net.

Internet Talk Radio  n. Programas de áudio semelhantes às difusões de rádio, mas que são distribuídos na Internet sob a forma de arquivos que podem ser obtidos por download via FTP. Os programas ITR (Internet Talk Radio), preparados no National Press Building, em Washington, D.C., têm de 30 minutos a uma hora de duração. Um programa de 30 minutos exige aproximadamente 15 MB de espaço no disco. Acrônimo: ITR.

ISDN  n. Acrônimo de Rede Digital de Serviços Integrada (Integrated Services Digital Network). Rede mundial de comunicação eletrônica que evoluiu a partir dos serviços telefônicos existentes. O objetivo da ISDN é substituir as linhas telefônicas atuais, que exigem a conversão dos sinais digitais em sinais analógicos, por recursos de computação e transmissão totalmente digitais, capazes de transformar dados de voz, computador, música e vídeos. A ISDN utiliza dois tipos principais de canais de comunicação: um canal B, que transporta dados à velocidade de 64 Kbps (kilobits por segundo), e um canal D, que transporta informações de controle a 16 ou a 64 Kbps. Os computadores e outros dispositivos são conectados à rede ISDN através de interfaces simples e padronizadas.

ISO 9660  n. Formato internacional padronizado para CD-ROMs, adaptado pela International Organization for Standardization (ISO). A norma ISO 9660 obedece às recomendações estabelecidas na especificação High Sierra com algumas modificações. Consulte também Especificação High Sierra.

ISP  n. Acrônimo de Provedor de Serviços da Internet (Internet service provider). Empresa que presta serviços de conectividade da Internet a pessoas, empresas e outras organizações. Alguns ISPs são grandes corporações nacionais ou internacionais que concedem acesso em diversos locais, ao passo que outras estão limitadas a uma única cidade ou região. Também chamado: provedor de acesso, provedor de serviço.


J

Jack (tomada)  n. Conector para receber um plugue – por exemplo, uma tomada de telefone, onde o cabo do telefone é encaixado.

JFIF  n. Acrônimo de JPEG File Interchange Format. Um meio de salvamento de imagens fotográficas armazenadas de acordo com as técnicas de compactação de Grupo de Especialistas em Fotografia. JFIF representa um formato de arquivo de "linguagem comum” desenvolvido especificamente para permitir que os usuários transfiram facilmente imagens em JPEG em diferentes computadores e aplicativos. Consulte também JPEG, TIFF JPEG.

Joint Photographic Experts Group  n. Consulte JPEG (definição 1).

JPEG  n. 1. Acrônimo de Joint Photographic Experts Group. Padrão ISO/ITU para o armazenamento de imagens em formato compactado através de uma transformação de co-seno distinta. O formato JPEG estabelece uma relação entre os índices de compactação e de perda. Ele pode alcançar uma razão de compactação de 100:1 com um índice significativo de perda e possivelmente uma razão de 20:1 com muito pouca perda. 2. Imagem gráfica armazenada como um arquivo no formato JPEG.

JPEG File Interchange Format  n. Consulte JFIF.

JPEG progressivo  n. Melhora nos gráficos em format JPEG que exibem gradualmente uma imagem fotorealística no navegador da Web, mostrando um aumento das versões detalhadas da imagem até que todo o arquivo seja baixado.

Jukebox  n. Software que foi projetado para executar uma lista de arquivos de som na ordem especificada pelo usuário, à semelhança das jukeboxes usadas para tocar discos de vinil. Consulte também jukebox de CD-ROM.

Jukebox de CD–ROM  n. Um dispositivo de CD-ROM que pode conter até 200 discos e que é conectado a uma unidade de CD-ROM de um computador pessoal ou de uma estação de trabalho. Um usuário pode solicitar dados de qualquer um dos CD-ROMs do jukebox, e o dispositivo localizará e reproduzirá o disco que contém dos dados. Apesar de ser possível reproduzir apenas um CD-ROM de cada vez, se houver vários jukeboxes de CD-ROM conectados a unidades de CD-ROM separadas, associadas em corrente margarida, você conseguirá usar mais de um CD-ROM de cada vez. Consulte também CD–ROM, Unidade de CD-ROM.


K

Knockout  n. 1. Na impressão em diversas cores, o processo de se retirar de uma imagem as partes superpostas de um gráfico ou texto que devam ser impressos com uma cor diferente, a fim de que as tintas não se misturem. Consulte também cor pontual. Compare com sobreimpressão.


L

Largura de banda  n. 1. Diferença entre as freqüências mais altas e mais baixas que os sistemas de comunicações analógicas. Medida em Hertz (Hz) ou ciclos por segundo. Por exemplo, um telefone possui uma largura de banda de 3000 Hz: diferença entre as freqüências mais baixas (300 Hz) e mais altas (3300 Hz) que ele pode abranger. 2. A capacidade de transferência de dados ou a velocidade da transmissão de sistemas de comunicações digitais é medida em bits por segundo (bps).

Luminosidade  n. Brilho da cor baseada na escala de preto e branco de seu monitor.


M

Mapa de imagem  n. Imagem que contém mais de um hiperlink em uma página da Web. Um clique sobre diferentes partes da imagem vincula o usuário a outros recursos de outra parte da página da Web, a outra página da Web ou a um arquivo. Em geral, um mapa de imagem, que pode ser uma fotografia, um desenho ou um composto de vários desenhos ou fotos, é usado como um mapa para os recursos existentes em determinado site da Web. Os mapas de imagem são criados com scripts de CGI. No entanto, muitos navegadores recentes da Web (Netscape Navigator 2.0 e superior e Internet Explorer 3.0 ou superior) suportam mapas de imagem de clientes, sendo executados em um navegador de web do usuário. Também chamado : mapa clicável.

Mapa de pixels  n. Estrutura de dados que descreve a imagem de pixels de um gráfico, incluindo aspectos como cor, resolução da imagem, dimensões, formato de armazenamento e número de bits usados para descrever cada pixel. Consulte também pixel, imagem de pixel.

Marca d´água digital  n. Identificador único incorporado a um arquivo para impedir a pirataria e provar que o arquivo possui propriedade e qualidade. As marcas d´água digitais são freqüentemente utilizadas com gráficos e arquivos de áudio para identificar os direitos de propriedade desses trabalhos.

Marcas de corte  n. 1. Linhas traçadas junto às bordas do papel com o objetivo de assinalar onde ele deverá ser cortado para formar as páginas do documento final. 2. Linhas desenhadas em fotografias ou ilustrações para indicar onde elas deverão ser recortadas.

Megapixel  adj. Referência à resolução de imagem de um milhão de pixels ou mais. O termo é utilizado para dispositivos como câmeras digitais, scanners, monitores de computadores e adaptadores de exibição.

Mensagem instantânea  n. Serviço que alerta os usuários quando seus amigos ou colegas estão conectados e permite a comunicação entre eles em tempo real ou através de chats particulares. Com a mensagem instantânea, um usuário cria listas de outros usuários com quem eles desejam conversar; Quando um usuário de sua lista se conecta, o serviço alerta-o e permite que ele estabeleça contato imediato com o outro usuário. Por enquanto a mensagem instantânea é um serviço oferecido por provedores como AOL e MSN, as empresas começaram a utilizar as mensagens instantâneas para aumentar a eficiência dos empregados e torná-los mais disponíveis.

Mensageria - troca de mensagens  n. Uso de computadores e equipamento de comunicação de dados para transmitir mensagens de uma pessoa a outra, por correio eletrônico, correio de voz ou fax.

Meta-arquivo de vídeo  n. Um arquivo contendo informações de vídeo para o transporte de imagens de um sistema para outro. Acrônimo: VDM.

Metamorfose  n. Abreviatura de metamorphosing. Processo pelo qual uma imagem é gradualmente transformada em outra, criando a ilusão de que uma metamorfose está ocorrendo em um curto período de tempo. Morphing é uma técnica de efeitos especiais de animação de vídeo e está disponível em vários pacotes de animação por computador.

Microfone  n. 1. Dispositivo que converte ondas sonoras em sinais elétricos analógicos. O hardware adicional pode converter a saída do microfone em dados digitais que um computador é capaz de processar, por exemplo, para registrar documentos multimídia ou analisar o sinal sonoro.

MIDI  n. Acrônimo de Musical Instrument Digital Interface. Padrão de interface serial que permite a conexão de sintetizadores, instrumentos musicais e computadores. O padrão MIDI se baseia parcialmente em hardware e parcialmente em uma descrição da forma como a música e o som devem ser codificados e comunicados entre dispositivos que obedecem a esse padrão. As informações transmitidas entre dispositivos MIDI são acondicionadas em um formato denominado MIDI message (mensagem MIDI), que transforma aspectos sonoros, como, por exemplo, pitch e volume em informações digitais codificadas de oito bits. Dispositivos MIDI podem ser utilizados na criação, gravação e reprodução de música. Com a utilização do MIDI, de computadores, de sintetizadores, e de seqüenciadores, é possível se comunicar entre si e fazer o acompanhamento ou mesmo controlar as seqüências musicais criadas em outros equipamentos conectados.

Mídia  n. Termo coletivo que se refere a materiais físicos, como o papel, o disco e a fita, usados para o armazenamento de informações baseadas no computador.

Modelo de cor  n. Qualquer método ou convenção para representar cor em editoração eletrônica ou artes gráficas. Em artes gráficas e campos de impressão, as cores freqüentemente são especificadas em um sistema de Pantone. Em gráficos, as cores podem ser descritas utilizando diferentes sistemas de cores: HSB (matiz, saturação e brilho), CMY (ciano, magenta e amarelo), e RGB (vermelho, verde, e azul). Consulte também CMY, cor de processo, RGB, cor pontual.

Modo de skin  n. Estado operacional de vários mídia players, incluindo o RealPlayer, Winamp e Windows Media Player, onde a interface do usuário é personalizada e exibida como um skin. Geralmente alguns recursos do tocador não estão acessíveis no modo de skin. O modo de skin era chamado de modo compacto no Windows Media Player 7.

Modulação  n. 1. Processo de alteração ou ajuste das características de uma onda portadora que vibra a certa amplitude (altura) e freqüência (tempo), de modo que suas variações representem informações significativas. 2. Na comunicação entre computadores, a modulação é o meio pelo qual um modem converte as informações digitais enviadas por um computador na forma de áudio necessária para a transmissão por linhas telefônicas.

Monitor  n. Dispositivo em que são apresentadas as imagens geradas pelo adaptador de vídeo. O termo monitor se refere em geral ao vídeo e seu gabinete. O monitor fica ligado ao adaptador de vídeo por um cabo.

Monitor colorido  n. Dispositivo de exibição de vídeo desenvolvido para funcionar com a placa de vídeo ou um adaptador para produzir texto ou imagens gráficas coloridas. Um monitor colorido, ao contrário do monocromático possui uma tela interna coberta com três tipos de fósforo que irradiam o vermelho, o verde e o azul quando se encontram com um feixe de elétron. Para criar cores como amarelo, rosa e laranja, os três tipos de fósforo estão brilhando juntos em vários graus. Uma placa de vídeo que utiliza grandes grupos de bits (6 ou mais) para descrever as cores e gerar sinais analógicos (continuamente variáveis) são capazes de gerar uma variação potencial enorme de cores em um monitor colorido. Consulte também cor, modelo de cor.

Monitor de vídeo  n. Qualquer dispositivo capaz de exibir, mas não imprimir, texto ou gráficos de um computador.

Monitor RGB  n. Monitor em cores que recebe, em linhas separadas, os sinais das cores vermelha, verde e azul. Em geral, os monitores RGB produzem imagens mais nítidas e detalhadas que os monitores compostos, nos quais os sinais das três cores utilizam uma mesma linha. Ver também RGB. Consulte também RGB. Compare com monitor de vídeo composto.

Movimento JPEG  n. Padrão destinado ao armazenamento de vídeo animado, proposto pelo JPEG (Joint Photographic Experts Group), que utiliza a compactação de imagens JPEG para cada quadro. Consulte também JPEG (definição 1). Compare com MPEG (definição 1).

MP3  n. Acrônimo de MPEG Audio Layer–3. Esquema de codificação áudio-digital utilizada na distribuição de música gravada pela Internet. MP3 compacta o tamanho de um arquivo de áudio de 10 a 12 vezes sem comprometer a qualidade do som (nível de gravação do CD). Arquivos em MP3 possuem a extensão .mp3. Embora MP3 seja parte da família MPEG, ele é apenas áudio e não é a mesma coisa do que o padrão MPEG–3. Consulte também MPEG–3.

MPEG  n. 1.Acrônimo de Moving Pictures Experts Group. Conjunto de padrões de compactação de áudio e vídeo estabelecido pelo Joint ISO/IEC Technical Committee on Information Technology. O padrão MPEG tem diferentes tipos que foram projetados para funcionar em diferentes situações. Compare com Movimento JPEG. 2. Arquivo de áudio/vídeo no formato MPEG. Esses arquivos têm, em geral, a extensão .mpg. Consulte também JPEG. Compare com Movimento JPEG.

MPEG–1  n. Padrão MPEG original usado para armazenar e recuperar informações de áudio e vídeo, projetado para a tecnologia do CD-ROM. O padrão MPEG-1 define uma largura de banda média de até 1,5 Mbps, dois canais de áudio e vídeo não-entrelaçado. Consulte também MPEG (definição 1). Compare com MPEG–2, MPEG–3, MPEG–4.

MPEG–2  n. Extensão do padrão MPEG-1 projetada para televisão por difusão, inclusive HDTV. O padrão MPEG-2 define uma largura de banda mais alta de até 40 Mbps, cinco canais de áudio, uma faixa mais ampla de tamanhos de quadro e vídeo entrelaçado. Consulte também MPEG (definição 1). Compare com MPEG–1, MPEG–3, MPEG–4.

MPEG–3  n. Inicialmente um padrão MPEG projetado para HDTV (high-definition television), mas descobriu-se que o MPEG-2 poderia ser usado no lugar do MPEG-3. E, portanto, esse padrão não existe mais. Consulte também MPEG (definição 1). Compare com MP3, MPEG–1, MPEG–2, MPEG–4.

MPEG–4  n. Padrão que está sendo desenvolvido e que foi projetado para videofones e aplicações multimídia. O MPEG-4 oferece uma largura de banda mais baixa de até 64 Kbps. Consulte também MPEG (definição 1). Compare com MPEG–1, MPEG–2, MPEG–3.

Multimídia  n. Combinação de som, elementos gráficos, animação e vídeo. No universo dos computadores, multimídia é um subconjunto de hipermídia, que combina os elementos acima mencionados ao hipertexto. Consulte também hipermídia.


N

Netcasting  n. 1. Sinônimo de webcasting.

Netiqueta  n. abreviatura para Etiqueta da net (network etiquette). Princípios de cortesia observados no envido de mensagens eletrônicas, como correspondência eletrônica e artigos da Usenet. As conseqüências da violação da etiqueta da Internet vão desde o envio de uma discussão acalorada à inclusão do nome do transgressor no filtro de usuários indesejados do público de alguém. O comportamento reprovado abrange insultos pessoais gratuitos, a publicação de um grande volume de material irrelevante, contar toda a trama de um filme, de um programa de TV ou de um romance sem avisar antes, publicar material ofensivo sem criptografá-lo e enviar um número excessivo de vezes uma mensagem a vários grupos sem verificar antes se os membros dos grupos a considerariam interessante. Consulte também flame2.

Netspeak  n. Conjunto de convenções para a redação em inglês no correio eletrônico, nos IRCs e nos newsgroups. O Netspeak é caracterizado por acrônimos (como IMHO ou ROFL) e recursos esclarecedores como as emotags e os emoticons. O uso do Netspeak deve ser controlado pela netiqueta. Consulte também emotag, emoticon, netiqueta.


O

Opacidade  n. Qualidade que define a quantidade de luz que passa pelos pixels de um objeto. Se um objeto está 100% opaco, significa que nenhuma luz está passando por ele.

Otimização  vb. 1. Nas funções da Web, reduzir o tamanho do arquivo de uma foto ou gráfico para permitir um carregamento mais rápido. Os arquivos são otimizados através de uma combinação de meios, como a redução da qualidade total da imagem e o ajuste das informações de cores.


P

Página de lobby  n. Uma página de infomações sobre a transmissão que é exibida no navegador do visualizador antes de iniciar. Pode conter um título, assunto, nome, informação sobre a transmissão e contagem regressiva de tempo da transmissão.

Página de vídeo  n. Uma parte do buffer de vídeo do computador capaz de conter a imagem de uma tela completa. Se o buffer for projetado para armazenar mais de uma página, ou quadro, as atualizações da tela serão feitas com mais rapidez porque o programa poderá estar preenchendo uma tela "oculta" ao mesmo tempo em que apresenta o conteúdo de outra tela para o usuário.

Paintbrush (pincel)  n. Ferramenta de um artista em um programa de desenho livre ou outra aplicação gráfica para aplicar uma faixa de cor a uma imagem. Em geral, o usuário pode selecionar a largura da faixa. Compare com spraycan.

Paleta  n. 1. Nos programas de desenho livre, um conjunto de ferramentas de desenho, como padrões, cores, formas de pincel e linhas de larguras diferentes, que podem ser selecionadas pelo usuário conforme necessário. 2. Subconjunto de tabela de pesquisa de cores que define as cores que podem ser mostradas na tela em determinado instante. O número de cores da palheta é definido pelo número de bits usados para representar cada pixel. Consulte também tabela de pesquisa de cores, pixel.

Paleta de segurança  n. Consulte browser CLUT.

Paleta realmente segura  n. Uma tabela de consulta de cores (CLUT) que consiste em 22 cores da paleta de 216 cores seguras que são consistentes ao serem visualizadas com todos os navegadores na maioria das plataformas. A paleta realmente segura resultou de um experimento que indicava as principais cores da paleta segura em alguns níveis diferentes de visualização de ambientes. Consulte também browser CLUT, paleta segura.

 n. Consulte também .

Periféricos  n. Na informática, um termo usado para indicar dispositivos como unidades de disco, impressoras, modems e joysticks conectados a um computador e controlados por seu microprocessador.

Pixel  n. Abreviatura de picture (pix) element. Cada ponto em uma matriz retangular de milhares de pontos iguais que são "pintados" individualmente para produzir uma imagem na tela do computador ou no papel da impressora. Do mesmo modo que o bit é a menor unidade de informação que um computador consegue processar, pixel é o menor elemento que o hardware e o software de telas ou impressoras conseguem manipular na criação de letras, números ou gráficos.

Placa adaptadora de vídeo  n. Consulte adaptador de vídeo.

Placa de captura de vídeo  n. Consulte dispositivo de captura de vídeo.

Placa de monitor  n. Consulte placa de monitor de vídeo.

Placa de som  n. Um tipo de placa de expansão em computadores PC e compatíveis, que permite a reprodução e gravação de sons, tais como um arquivo WAV ou MIDI ou um CD-ROM musical. A maioria dos PCs comercializados dispõe de placa de som. Também chamado: placa de expansão. Consulte também MIDI.

Placa de vídeo  n. Um adaptador de vídeo implementado em uma placa de expansão, em vez de ficar na placa principal do sistema. Consulte também adaptador de vídeo.

Placa gráfica de vídeo  n. Um adaptador de vídeo capaz de gerar os sinais de vídeo apropriados para apresentar imagens gráficas na tela do computador.

Placa PCI  n. Abreviatura para placa de Interconexão de Componentes Periféricos (Peripheral Component Interconnect card). Placa que se ajusta ao barramento local PCI para adicionar funcionalidade ao PC. Exemplos de tipos de placas PCI disponíveis incluem Placas de sintonia de TV, adaptadores de vídeo e placas de interface de rede.

Player  n. Em áudio-digital, é um programa que reproduz músicas e outros tipos de arquivos de áudio que foram processados (transferidos de um disco compacto para um disco rígido) e em seguida codificados em formato reproduzível, como MP3. Consulte também codificador, MP3, ripper.

PNG  n. Formato de arquivo para imagens gráficas de mapa de bits, projetado para ser um substituto do formato GIF, sem as restrições jurídicas associadas ao formato GIF. Consulte também GIF.

Pontilhamento  n. Uma técnica usada na computação gráfica para criar a ilusão de vários tons de cinza (nos monitores ou impressoras monocromáticos) ou cores adicionais (nos monitores ou impressoras coloridos). O pontilhamento trata das áreas das imagens como grupos de pontos que são coloridos obedecendo a padrões diferentes. Semelhante às imagens impressas chamadas de retículas e, de certo modo, às pinturas em estilo pontilista, o pontilhamento se aproveita da tendência do olho humano de atenuar a distinção entre pontos de cores diferentes tirando a média de seus efeitos e fundindo-os em um único tom ou cor imperceptível. Dependendo da relação entre os pontos pretos e brancos dentro de uma área determinada, o efeito global poderá ser um tom de cinza mais claro ou mais escuro. O pontilhamento é usado para emprestar realismo à computação gráfica e suavizar os traços bruscos de curvas e diagonais em equipamentos de baixa resolução

Ponto de publicação  n. Ponto de publicação é um diretório virtual para armazenar o conteúdo ou transmitir um fluxo ao vivo. Os usuários podem acessar um ponto de publicação através de sua URL. Existem dois tipos de pontos de publicação: sob demanda para o conteúdo armazenado e difusão para transmissões ao vivo.

Porta de saída de áudio  n. Circuito que consiste na conversão digital para analógico que transforma os sinais em tons audíveis para o computador. Utilizado em conjunto com um amplificador e um alto-falante.

Porta de vídeo  n. Um cabo conector em um computador para saída de sinais de vídeo para um monitor.

Porta IEEE 1394  n. Uma porta de 4 ou 6 pinos que suporta o IEEE 1394 e pode fornecer conexões diretas entre produtos eletrônicos digitais e computadores. Consulte também IEEE 1394.

Porta-retrato digital  n. Dispositivo eletrônico utilizado para exibir fotos digitais e gráficos enquanto fornece uma aparência visível de um quadro de imagem digital. Os porta-retratos digitais permitem que os usuários girem as fotos dentro do quadro em intervalos específicos, exiba uma série de fotos em slide show ou utilize conexão à Internet connection para fazer o download de fotos e impressões, enviar fotos personalizadas, entre outros.

Privacidade  n. Conceito segundo o qual os dados de um usuário, como os arquivos e a correspondência eletrônica armazenada, não devem ser acessados por outra pessoa sem a permissão desse usuário. Em geral, o direito de privacidade não é reconhecido na Internet. A legislação federal protege apenas a correspondência eletrônica em trânsito ou em uma área de armazenamento temporário, e contra o acesso por órgãos federais. Os funcionários costumam reivindicar o direito de inspecionar quaisquer dados existentes em seus sistemas. Para ter privacidade, o usuário deve adotar medidas ativas, como a criptografia.

Processador de imagens raster  n. Dispositivo constituído de hardware (chips) e software que converte gráficos e/ou textos vetoriais em imagens de varredura (mapas de bits). Os RIPs são usados nas impressoras de páginas, fotocompositoras e plotadoras eletrostáticas. Eles calculam o brilho e o valor de cores de cada pixel na página para resultar o padrão de pixels re-criando os gráficos de vetor e textos originalmente descritos. Acrônimo de: RIP.

Processamento de imagem  n. Análise, tratamento, armazenamento e apresentação de imagens gráficas a partir de fontes como fotografias, desenhos e vídeo. O processamento de imagens abrange uma seqüência de três etapas. A etapa de entrada (captura e digitalização da imagem) converte as diferenças de cor e tonalidade da imagem em valores binários que um computador é capaz de processar. A etapa de processamento pode abranger o refinamento da imagem e a compactação de dados. A etapa de saída consiste na apresentação ou impressão da imagem processada. O processamento de imagens é usado em aplicações como televisão e cinema, medicina, mapeamento meteorológico por satélite, visão artificial e reconhecimento de padrões por computador. Consulte também Refinamento de imagem, digitalizador de vídeo.

Profundidade da cor  n. Número dos valores de cor que podem ser atribuídos a um único pixel ou imagem. Também conhecido como profundidade de bit, a profundidade de cor pode variar de 1 bit (preto e branco) a 32 bits (acima de 16.7 milhões de cores). Consulte também profundidade de bit.

Profundidade de bits  n. Número de bits por pixel alocados para armazenamento de informações coloridas indexadas em um arquivo de gráfico.

Propriedade intelectual  n. Conteúdo do intelecto humano considerado único e original e que possui um valor de mercado – e com isso, uma garantia protegida por lei. A propriedade intelectual inclui, mas não está limitada a, idéias, invenções, obras literárias, química, negócios, processos de computador e nomes e logotipos de empresas ou produtos. As proteções de propriedade intelectual se traduzem em 4 categorias: direitos autorais (para obras literárias, artes e música), marcas registradas (para nomes e logotipos de empresas ou produtos), patentes (para invenções e processos) e segredos de fabricação (para receitas, códigos e processos). No que diz respeito à definição e proteção de propriedade intelectual no cyberespaço, esta área encontra-se sob lei minuciosa.

Prova de cor digital direta  n. Uma folha de teste produzida por um dispositivo de saída de baixo custo, como uma impressora a laser colorida, que funciona como uma simulação da imagem final que será obtida em um equipamento de impressão de qualidade profissional. Uma prova de cor digital direta não envolve a separação das cores, como nas provas tradicionais. Em vez disso, ela é impressa em todas as cores de uma só vez em uma única página, resultando em uma qualidade um tanto inferior em comparação com os métodos tradicionais de separação de cores, mas tem as vantagens da maior velocidade e o custo reduzido. Acrônimo: DDCP. Também chamado: prova digital. Consulte também separação de cores (definição 1). Pseudo–fluxo n. Método utilizado para exibição em tempo real de áudio e vídeo na Web. Diferente dos arquivos de áudio e vídeo que são baixados para um computador em sua totalidade antes que eles possam ser reproduzidos, o pseudo–streaming permite a reprodução mesmo após uma pequena parte do arquivo—suficiente para preencher o buffer no computador que está recebendo o arquivo—ser baixada. O pseudo–streaming, diferentemente do streaming, ou seja, fluxo “verdadeiro” ou da Web, não depende de um software de servidor monitorar dinamicamente a transmissão. Pode, no entanto, reproduzir apenas o início do arquivo ao invés de reproduzir qualquer ponto, como pode servir de invólucro da mesma. Consulte também fluxo.


Q

Quadro congelado  n. Um vídeo no qual as imagens se alteram apenas uma vez em alguns segundos. Compare com vídeo full–motion.


R

RAM de vídeo  n. Um tipo especial de RAM dinâmica usada nas aplicações de vídeo de alta velocidade. A RAM de vídeo reserva pinos separados para o processador e os circuitos de vídeo, fornecendo ao circuito de vídeo uma "porta secreta" para a RAM de vídeo. Essa porta permite que os circuitos de vídeo acessem a memória bit a bit (serialmente), o que é mais apropriado quando se transferem pixels para a tela do que o acesso paralelo propiciado pela DRAM convencional. Acrônimo de: VRAM.

Refinamento da imagem  n. Processo de melhoria da qualidade de uma imagem gráfica. O aperfeiçoamento das imagens nos vídeos dos computadores pode ser feito "manualmente", através do uso de um programa de desenho livre, ou com a ajuda de rotinas de software. Consulte também processamento de imagens.

Renderização baseada na imagem  n. Consulte imagem imersiva.

Resolução  n. 1. Clareza ou riqueza de detalhes propiciada por um monitor ou impressora na geração das imagens. Com relação aos monitores, a resolução é definida como o número de pixels por unidade de medida (polegada ou centímetro) no vídeo. A palavra resolução costuma ser usada para indicar o número total de pixels exibidos horizontal e verticalmente em um monitor de vídeo. Com relação às impressoras, resolução geralmente se refere à saída de algumas impressoras–matriciais, jato de tinta, laser – que formam os caracteres com base em padrões de pontos pequenos e próximos. A resolução da impressão é medida em pontos por polegada, ou dpi, e varia aproximadamente 125 dpi nas impressoras matriciais de baixa qualidade até 600 dpi nas impressoras a laser e jato de tinta. (Por comparação, as fotocompositoras imprimem com resoluções de 1.000 dpi ou mais.) Ver tabela. Ver também high resolution (alta resolução); low resolution (baixa resolução). 2. Processo que consiste em promover a conversão entre um endereço de nome de domínio e um endereço IP.

Retícula  n. Reprodução impressa de uma fotografia ou de outra ilustração que utiliza pontos com espaçamento uniforme de diâmetro variado para produzir a aparência de vários tons de cinza. Quanto mais escuro o tom de determinado ponto da imagem, maior o ponto correspondente da retícula. Nas artes gráficas tradicionais, as retículas são criadas fotografando-se uma imagem através de uma tela. Na editoração eletrônica, cada ponto da retícula é representado por uma área que contém vários pontos impressos por uma impressora a laser ou fotocompositora digital. Nos dois casos, a freqüência dos pontos da retícula é medida em linhas por polegada. Uma impressora com maior resolução permite o uso eficaz de freqüências mais altas de pontos de retícula, aprimorando a qualidade da imagem. Consulte também dithering, escala de cinza.

RGB  n. Acrônimo de vermelho-verde-azul (red-green-blue). Modelo de mistura, ou método de descrição de cores, usado com muitos monitores coloridos (e outros meios luminosos, mas não em equipamentos de impressão). O RGB utiliza o método das aditivas primárias, misturando porcentagens de vermelho, verde e azul para obter a cor desejada. Se nenhuma cor for acrescentada, o resultado será preto; e se cem por cento das três cores forem acrescentados, o resultado será branco. Consulte também CMYK, monitor RGB. Compare com CMY.

Rip  vb. Conversão de dados de áudio de um disco compacto em arquivo WAV ou outro formato digital, tipicamente na preparação da codificação com um arquivo de MP3. Consulte também MP3.

Ripper (processamento)  n. Tecnologia áudio-digital que converte dados de áudio de um disco compacto para um arquivo WAV ou outro formato digital. A codificação converte este arquivo em um arquivo (tipicamente um MP3) que pode ser reproduzido pelo software conhecido como tocador. Consulte também codificador, MP3.


S

SAOL  n. Acrônimo de Idioma de Áudio Estruturado da Orquestra (Structured Audio Orchestra Language). Parte do padrão MPEG–4, o SAOL descreve um conjunto de ferramentas para produção de música, áudio para jogos de computador, fluxo de som de Internet ou música e outros aplicativos multimídia. O SAOL é um idioma flexível de computador que descreve a síntese da música e o som sintético de integração com o som gravado m fluxo MPEG–4. Consulte também MPEG–4, streaming (definição1).

Scanner  n. Um dispositivo ótico de entrada que usa sensores de luz para capturar uma imagem no papel ou algum outro meio. A imagem é traduzida em sinais digitais que podem ser processados por softwares de reconhecimento de caracteres óticos (OCR) ou softwares gráficos. Há diversos tipos de scanners, incluindo os de mesa (o cabeçote de varredura é movimentado sobre um documento fixo), com alimentação de papel (o documento é passado sobre um cabeçote de varredura estático), tambor (o documento é girado ao redor de um cabeçote de varredura estático) e de mão (o usuário passa o dispositivo sobre um documento estático).

Scanner colorido  n. Um scanner que converte imagens para um formato digital e é capaz de interpretar cores. A profundidade da cor depende da profundidade de bit do scanner – sua capacidade de transformar cores em oito, 16, 24 ou 32 bits. Os scanners coloridos mais sofisticados, comumente utilizados quando a saída é impressa, são capazes de codificar informações em uma resolução mais alta ou em um número de pontos por polegada (dpi). Os scanners coloridos mais simples codificam as informações em uma resolução de 72 dpi e são comumente usados para imagens a serem apresentadas em uma tela de computador não servindo para impressão. Consulte também resolução (definição 1), scanner.

Scanner com alimentação de papel  n. Um scanner com um mecanismo simples de alimentação de papel, no qual as folhas de papel são tracionadas pelo scanner e lidas à medida que passam através de um mecanismo de varredura estático. Os scanners com alimentação de papel permitem a varredura automática de documentos com diversas folhas. Consulte também scanner. Compare com scanner de tambor, scanner de mesa, scanner de mão.

Scanner de mão  n. Tipo de scanner usado da seguinte forma: o usuário passa o cabeçote de varredura (contido em uma unidade de mão) sobre o meio que está sendo digitalizado, como, por exemplo, uma folha de papel. Consulte também cabeçote de digitalização, scanner. Compare com scanner de tambor, scanner de mesa.

Scanner de mesa  n. Scanner com uma superfície plana e transparente que retém a imagem a ser escaneada, geralmente um livro. Alguns scanners de mesa também podem reproduzir mídia transparente como os slides. Compare scanner de tambor, scanner de mão.

Scanner de tambor  n. Um tipo de scanner em que o meio que está sendo digitalizado, como uma folha de papel, é girado em torno de um cabeçote estacionário de digitalização. Consulte também scanner. Compare scanner de mesa, scanner de mão.

Scanner ótico  n. Dispositivo de entrada de dados que utiliza equipamento sensível à luz para digitalizar a imagem de uma folha de papel ou de outro meio, convertendo o padrão de luz e ausência de luz ou as cores em um sinal digital que pode ser tratado por um programa gráfico ou por um software de reconhecimento ótico de caracteres. Os scanners usam diferentes métodos para armazenar o meio de entrada. Nos scanners de mesa, o meio é mantido sobre uma placa de vidro. Nos scanners com alimentação de papel, as folhas de papel passam por um mecanismo fixo de digitalização. Nos scanners de mão, o usuário movimenta o dispositivo sobre o documento a ser digitalizado. E nos scanners de overhead, o documento é colocado com a face a ser digitalizada sobre uma base fixa localizada abaixo de uma pequena torre, que se move pela página.

Secure Digital Music Initiative (iniciativa de Música Digital Segura)  n. Coalizão de empresas de gravação, eletrônicas e indústrias de tecnologia da informação fundada em Fevereiro de 1999 com o propósito de desenvolver um padrão aberto de distribuição segura da música em formato digital. A especificação da Iniciativa de Música Digital Segura foi desenvolvida para oferecer aos consumidores um acesso flexível e conveniente à música eletronicamente distribuída (ou seja, pela Internet) enquanto protege os direitos dos artistas. Acrônimo de: SDMI. Consulte também MP3, Windows Media Technologies.

Sensor de imagem  n. Circuito integrado sensível à luz ou grupo de circuitos integrados utilizados em scanners, câmeras digitais e câmeras de vídeo.

Separação de cores  n. 1. O processo de impressão de cada uma das cores de um documento sob a forma de um documento separado, de modo que a impressora consiga imprimir cada separação utilizando uma outra tinta. Existem dois tipos de separação de cores: a separação de cor pontual e a separação de cor de processo. Consulte também modelo de cor, cor de processo, cor pontual. 2. Um dos arquivos de saída produzido por um documento colorido, a ser impresso em sua própria cor de tinta.

Serviço .NET Messenger  n. Serviço popular de mensagem instantânea fornecido pela Microsoft como parte da estratégia .NET. Com o .NET Messenger Service, anteriormente chamado de MSN Messenger Service, os usuários podem se comunicar utilizando o Windows Messenger, incluído no Windows XP ou no aplicativo MSN Messenger. Consulte também mensagem instantânea. Compare com ICQ.

Servidor de vídeo  n. Um servidor projetado para executar não só serviços de entrega de vídeo solicitados através de sistemas digitais, como também outros serviços interativos de banda larga através de uma rede remota.

Shout (gritar)  vb. Digitar TUDO EM MAIÚSCULAS para enfatizar uma correspondência eletrônica ou um artigo de newsgroup. O excesso de gritos é considerado uma violação da etiqueta da Internet. Para enfatizar uma palavra, é suficiente colocá-la entre *asteriscos* ou _sublinhá-la_. Consulte também netiqueta.

Sinal de vídeo  n. Sinal enviado de um adaptador de vídeo ou outra fonte de vídeo para um monitor de varredura, com a finalidade de controlar a imagem do vídeo. O sinal de vídeo pode incluir códigos de sincronização horizontal e vertical em complemento às informações da imagem. Consulte também monitor RGB.

Sistema de gerenciamento de cores  n. Tecnologia desenvolvida para regular, caracterizar, produzir e reproduzir cores através de uma variedade de entrada e saída de cores e dispositivos de exibição. Consulte também gerenciamento de cores.

Skin  n. Interface gráfica alternativa para um sistema operacional ou programa. Personaliza a aparência do sistema ou programa mas não afeta em sua funcionalidade. Os programas que permitem o uso de skins possuem um padrão disponível para a criação e distribuição de novos skins.

Smiley  n. Consulte emoticon.

Sobreimpressão  n. Processo de se imprimir um elemento de uma cor sobre um elemento de outra cor sem se retirar o material já impresso. Compare com knockout (definição 1).

Sobreposição2  vb. 1. I Na computação gráfica, posicionar uma imagem gráfica sobre outra. 2. Na área de vídeo, posicionar uma imagem gráfica gerada em um computador sobre sinais de vídeo, ao vivo ou gravados.

Sons descarregáveis  n. Um conjunto de ondas sonoras padrão de amostras digitais armazenadas em software. O DLS nível 1 e nível 2 são publicados pela MIDI. Acrônimo: DLS.

Streaming (fluxo)  n. 1. Na Internet, é o processo de entrega de informações, especialmente vídeos ou sons multimídias, em um fluxo constante que o receptor possa acessar o arquivo no início de sua transmissão. 2. Em dispositivos de armazenamento de fita magnética, é uma técnica de baixo custo que controla o movimento da fita remoendo os buffers. Embora a fita comprometa o desempenho inicial/final, ela fornece alta confiabilidade no armazenamento e recuperação de dados, sendo útil quando um fornecimento constante de dados é solicitado por um determinado aplicativo ou computador.

Streaming buffer (buffer de fluxo)  n. Pequeno buffer sonoro que pode reproduzir sons maiores, pois o aplicativo carrega dinamicamente os dados de áudio no buffer para reproduzi-lo. Por exemplo, um aplicativo poderia utilizar um buffer que possa ter 3 segundos de dados de áudio para reproduzir 2 segundos de som. Um buffer de fluxo necessita de menos memória do que um buffer estático.

SVGA  n. Acrônimo de Super Video Graphics Array. Um padrão de vídeo estabelecido pela VESA (Video Electronics Standards Association) em 1989, que oferece uma alta resolução de cores em computadores IBM e compatíveis. Embora o SVGA seja um padrão, pode haver alguns problemas de compatibilidade com o BIOS do vídeo.


T

Tabela de Consulta de Cores  n. Consulte CLUT.

Tabela de cores  n. Tabela armazenada no adaptador de vídeo do computador, contendo os valores do sinal da cor que correspondem a diferentes cores que podem ser exibidas na tela do computador. Quando a cor é exibida indiretamente, um pequeno número de bits coloridos é armazenado para cada pixel e são utilizados para selecionar um conjunto de valores de sinal de cor a partir da tabela de consulta de cores. Também chamado: mapa de cores, tabela de cores, tabela de consulta de vídeo. Consulte também paleta (definição 2), pixel.

Tagged Image File Format  n. Consulte TIFF.

Taxa de proporção  n. Nos monitores e gráficos do computador é a taxa de largura da imagem ou da área de imagem em relação a sua altura. Uma taxa de proporção de 2:1, por exemplo, indica que a imagem é duas vezes mais larga que a altura. A taxa de proporção é um fator importante na manutenção de proporções corretas quando uma imagem é impressa, redimensionada ou incorporada em outro documento.

Tecnologia de presença  n. Aplicativo, como mensagens instantâneas, que localiza usuários específicos quando estão conectados à rede e que avisa que estão online. As redes sem fio de terceira geração integrarão a tecnologia de presença com telefones celulares digitais, PDAs, pagers e outros dispositivos de comunicação e entretenimento.

Tessellate (enxadrezar)  vb. Quebrar uma imagem em partes pequenas e quadradas para processamento ou saída.

TIFF JPEG  n. Acrônimo de Tagged Image File Format JPEG. Modo de salvar imagens fotográficas compactadas de acordo com o padrão JPEG (Joint Photographic Experts Group). TIFF JPEG salva mais informações sobre uma imagem do que o JFIF (JPEG File Interchange Format), mas os arquivos TIFF JPEG são limitados no que diz respeito à portabilidade por causa das diferentes implementações entre os aplicativos. Consulte também JFIF, JPEG.

TIFF ou TIF  n. Acrônimo de Tagged Image File Format ou Tag Image File F ormat. Arquivo de formato padrão comumente utilizado para digitalizar, armazenar e intercambiar imagens gráficas em escala de cinza. TIFF pode ser apenas um formato disponível para antigos programas (como as versões antigas de MacPaint), mas para os programas mais modernos, eles são capazes de salvar imagens em vários formatos, como GIF ou JPEG. Consulte também escala de cinza. Compare com GIF, JPEG.

Transmissão da apresentação  n. Recurso do PowerPoint que permite a execução de uma apresentação na Web. A apresentação é salva em formato HTML e pode conter áudio e vídeo. Pode também se gravada e salva para ser visualizada mais tarde.

Transmissão na Internet  n. Transmissão de sinais de áudio, ou de áudio e vídeo, na Internet. A transmissão na Internet abrange estações convencionais de difusão pelo ar que transmitem seus sinais à Internet, bem como estações exclusivas da Internet. Os receptores usam software de Internet de áudio, como o RealAudio. Um método de difusão na Internet é o MBONE. Consulte também RealAudio.

Tratamento de imagem  n. Processo que envolve a captura, o armazenamento, a apresentação e a impressão de imagens gráficas.


U

Unidade de CD–ROM  n. Dispositivo eletro-mecânico que lê dados em CD–ROMs. Muitas unidades de CD–ROM possuem uma interface SCSI, embora alguns estejam conectados a um PC via controlador para unidade de disco. Os dados são lidos através de um pequeno laser focalizado na superfície do CD–ROM por espelhos óticos no cabeçote de leitura/gravação. Um feixe e um motor giram o CD–ROM para que todos os dados, armazenados em espirais a partir do centro, possam ser lidos. As unidades de CD–ROM variam no tempo de acesso para localizar uma faixa do CD–ROM e no tempo de busca para mover o cabeçote de leitura/gravação. Também chamado: Unidade de CD. Consulte também CD–ROM, compact disc.

Utilitário de captura de tela  n. 1. Dispositivo usado para capturar dados de imagens gráficas de uma câmera de vídeo ou alguma outra fonte de vídeo animado e colocá-los na memória. Também chamado de frame grabber (digitalizador de imagens); video digitizer (digitalizador de vídeo). 2. Qualquer dispositivo usado na captura de dados. 3. Software que registra um "instantâneo" da imagem que está na tela, transferindo uma parte da memória de vídeo para um arquivo em disco. 4. Em algumas aplicações gráficas, um tipo especial de ponteiro do mouse.


V

Velocidade de projeção  n. 1. A velocidade na qual as imagens de uma tela inteira são transmitidas a um monitor de varredura e apresentadas por ele no vídeo. A taxa de transmissão é calculada como o número de vezes por segundo (hertz) que o feixe de elétrons varre a tela. 2. Na animação, o número de vezes por segundo em que uma imagem é atualizada. Quando a taxa de transmissão de quadros ultrapassa 14 quadros por segundo, a animação parece ser contínua e suave.

Vídeo  adj. O componente visual de um sinal de televisão. Nos computadores, vídeo refere-se à tecnologia usada para representar textos e elementos gráficos nos monitores. Comparar com audio (áudio).

Vídeo de Megapel  n. Consulte Vídeo de megapixel.

Vídeo de megapixel  n. Monitor de vídeo capaz de representar pelo menos 1 milhão de pixels. Por exemplo, um monitor de vídeo com uma tela de 1.024 pixels horizontais por 1.024 pixels verticais é um monitor de megapixels. Também chamado de megapel display (vídeo de megapixels). Também chamado: vídeo de megapel.

Vídeo digital  n. Imagens e sons em vídeo armazenadas em formato digital. Acrônimo: DV.

Vídeo digital compactado  n. Consulte CDV (definição 1).

Video disc (disco de vídeo)  n. disco ótico utilizado para armazenar imagens de vídeo e informações de áudio associadas. Consulte também CD–ROM.

Vídeo full–motion  n. Vídeo digital que é exibido em 30 quadros por segundo (fps) para sinais NTSC ou 25 fps para sinais PAL. Também chamado: continuous motion video. Compare com quadro congelado.

Vídeo no computador  n. O uso de um computador pessoal para exibir imagens de vídeo. As imagens de vídeo podem ser gravadas em uma fita de vídeo ou em CD ou podem ser transmitidas ao vivo por uma câmera de vídeo. As imagens de vídeo ao vivo podem ser transmitidas em formato digital através de uma rede em videoconferências. Acrônimo de: DTV.

Vídeo RGB  n. Consulte monitor RGB.

Vídeo-conferência  n. Uma teleconferência na qual as imagens de vídeo são transmitidas para vários participantes separados geograficamente em uma reunião. Originalmente realizadas usando-se vídeos analógicos e links de satélite, as teleconferências atuais utilizam imagens digitais compactadas transmitidas através de redes remotas ou pela Internet. Um canal de comunicação de 56 KB oferece suporte a freeze-frame video; com um canal de 1.544 Mbps (T1), é possível utilizar a tecnologia full-motion video. Consulte também quadro congelado, vídeo full–motion.


W

Web CLUT  n. Consulte browser CLUT.

Webcast1 (transmissão via Web1)  n. Programações de vídeo ou áudio gravadas ou ao vivo enviadas aos usuários pela Web. O download dessas transmissões exigem que o usuário possua um aplicativo de áudio e vídeo apropriado, como o RealPlayer. O aplicativo necessário geralmente está disponível pelo transmissor de web sem custo.

Webcast2 (transmissão via Web2)  vb. Produzir ou disseminar programações de áudio, vídeo e texto.

Webcaster (transmissor)  n. Empresa ou Organização que produz e dissemina programações de áudio, vídeo e texto.

Webcasting (transmissões via Web)  n. Termo popular para informações transmitidas via Internet, utilizando tecnologias push and pull para mover a informação selecionada de um servidor ao cliente. Uma tecnologia emergente em 1997, as transmissões via web desenvolvidas fornecem aos usuários um conteúdo personalizado—por exemplo, esportes, notícias, câmbio e previsão de tempo—que podem ser regulares e automáticas. As transmissões via web fornecem ao usuário a habilidade de especificar o tipo de conteúdo que querem ver. Também chamado: transmissão via net.

Windows  n. Um sistema operacional introduzido pela Microsoft Corporation em 1983. O Windows é um ambiente de multitarefa com interface gráfica com o usuário que funciona em computadores baseados no MS-DOS (Windows e Windows for Workgroups) e como um sistema operacional autônomo (Windows 9x e Windows Me), estações de trabalho (Windows NT Workstation, Windows 2000 Professional) e servidores de rede (Windows NT Server, Windows NT Enterprise Edition, Windows 2000 Server, and Windows 2000 Advanced Server). As versões mais recentes do Windows são o Windows XP Home (para uso doméstico e de entretenimento) e o Professional (informática avançada, corporativa e grandes empresas). A próxima geração dos servidores do Windows serão os produtos da família Windows Server 2003. O Windows oferece uma interface padronizada baseada em menus suspensos, janelas e um dispositivo de indicação (um mouse, por exemplo).

Windows Image Acquisition (WIA)  n. Dispositivo de interface-unidade que suporta câmeras digitais e scanners antigos e mais modernos e permite recuperação de imagens em IEEE 1394 e webcams baseadas em Web. Acrônimo de: WIA.

Windows Media Encoder  n. Tecnologia do Windows Media que compacta vídeo e áudio pré-gravado no fluxo do Windows Media, onde pode ser tanto distribuído quanto salvo imediatamente como arquivo de Windows Media para distribuição futura. A tecnologia permite que os desenvolvedores convertam vídeo e áudio pré-gravados e imagens da tela do computador em formato Windows Media. O Windows Media Encoder também salva um fluxo de arquivo Windows Media e converte-o em formato Windows Media. O Windows Media Encoder pode distribuir um fluxo via protocolo HTTP. Também chamado: (se estiver no contexto) Codificador, O codificador e máquina de codificar.

Windows Media Player  n. Controle que recebe um fluxo de um servidor Windows Media ou conteúdo local para reprodução. Pode executar programas autônomos. O Windows Media Player também pode estar embutido em uma página da Web, em um programa C++ ou em um programa Microsoft Visual Basic que utilize o controle de cliente ActiveX.

Windows Media Server  n. Servidor onde o Windows Media Services foi instalado.

Windows Media Services  n. Plataforma de mídia digital que executa um servidor, como o Windows 2000, para suportar uma mídia de fluxo, como um áudio e vídeo.

Windows Media Tools  n. Consulte Windows Media Technologies.

Windows Messenger  n. Consulte Serviço .NET Messenger.

Windows Movie Maker  n. Software da Microsoft para captura, edição e execução de áudio e vídeo para criar filmes. Acrônimo: WMM.

Windows XP  n. Membro da família de sistemas operacionais da Microsoft Windows. O Windows XP foi lançado em 2001 em duas versões: Windows XP Home Edition para uso doméstico e Windows XP Professional para informática avançada, corporativa e para grandes empresas. O Windows XP caracteriza um novo visual de design que simplifica a navegação e capacidades de busca, gerenciamento de arquivos, mídia adicional e capacidades de publicações de Web, sistemas melhorados para descoberta de dispositivos e instalação e recursos avançados em computação móvel.

WMA  n. Acrônimo de Windows Media Audio. Consulte Windows Media Audio.


Z

Zip Drive (unidade de zip)  n. Unidade de disco desenvolvido pela Iomega que utiliza discos removíveis de 3.5–polegadas (discos Zip) capazes de armazenar até 100 megabytes de dados.