Essa seção aborda os custos fixos e variáveis encontrados por clientes nos estudos de custo de implantação da NerveWire. Embora os dados provenientes dos cinco estudos Microsoft REJ tenham fornecido valores de custo de implantação similares, a maioria desses dados não é apresentada aqui pois a metodologia utilizada nos estudos de REJ foi diferente e, portanto, difícil de comparar. Como os estudos da NerveWire utilizaram dados históricos versus projeções de fluxo de caixa nos estudos de REJ, os resultados da NerveWire foram considerados como tendo um nível mais alto de validade. Como os estudos de REJ utilizaram dados projetados, os fatores de risco estão embutidos no modelo de custo para mitigar quaisquer incógnitas. O ajuste de risco não é exigido ao utilizar dados históricos para custos de implantação. As categorias de custo de implantação nessas análises incluem custos fixos e variáveis. Os custos variáveis incluem:
O modelo utilizado para calcular todas as medidas de custo de implantação estão localizadas no Apêndice B, “Metodologia de Avaliação do Custo de Implantação.” Sempre que os dados não estavam disponíveis para uma categoria específica de custo de implantação, o conjunto de dados foi marcado com um asterisco; a NerveWire projetou esses valores com base em extrapolações de outros conjuntos de dados e entrevistas com o consumidor.
Fonte: NerveWire, 2002 Os custos de gerenciamento, a primeira categoria dos custos semi-fixos, incluíram atividades tais como despesas de agendamento e gerenciamento de projeto. Em geral, quanto maior a organização, mais complexa e custosa é a operação. Entretanto, como os custos são semi-fixos, não alteram-se proporcionalmente ao número de PCs.
Fonte: NerveWire, 2002 Custos VariáviesAo contrário dos custos fixos ou semi-fixos, os custos variáveis são medidos em uma base unitária, tal como o número de PCs, usuários, imagens de desktop, aplicativos ou pessoal de TI. A maioria dos custos variáveis são uniformes em todas as organizações. Entretanto, os custos de hardware e software são uma exceção, pois cada organização começa com seu próprio ambiente legado de hardware e contratos únicos de licenciamento Microsoft. Custos de Engenharia de Software. Os custos de engenharia de software possuem vários custos variáveis embutidos que incluem o número de aplicativos que requerem testes, o número de aplicativos que requerem uma atualização ou substituição e o número de imagens utilizadas em todo o ambiente do PC. Tanto os estudos de custo de implantação da NerveWire quanto o de REJ da Microsoft descobriram que a compatibilidade de aplicativos do Windows XP Professional superou consistentemente as expectativas. Na média, a NerveWire concluiu que os aplicativos desenvolvidos internamente foram compatíveis 97,3% do tempo, enquanto os aplicativos de prateleira experimentaram uma compatibilidade ainda melhor, de 98,7%. Durante um estudo de REJ na GMAC Commercial Mortgage Corporation, resultados similares indicaram que 97% de todos os aplicativos passaram no teste de aplicativos. Um dos dados mais interessantes não abrangido pelos estudos da NerveWire foi o de que muitas organizações não testaram todo seu inventário de aplicativos. Nesses casos, os resultados do teste preliminar foram tão bons que os testes foram abandonados e os aplicativos foram simplesmente incluídos na imagem de desktop. A Tabela C-3 demonstra essa tendência.
Fonte: NerveWire, 2002 Embora os resultados dos testes tenham sido extremamente positivos, as organizações ainda utilizaram recursos significativos para testar a compatibilidade de aplicativos. Os custos de aplicativo foram obtidos pelo número de horas gastas testando cada aplicativo vezes um índice equivalente de tempo integral composto de $60 por hora. A Tabela C-4 resume esses custos.
Fonte: NerveWire, 2002 Depois que os aplicativos foram testados e os aplicativos reprovados foram identificados, os clientes tiveram de atualizar ou substituir os aplicativos. Os custos incorridos incluíram tanto os custos de trabalho quanto os de aquisição de software.
Fonte: NerveWire, 2002 Uma das maiores razões pela qual o Windows XP Professional é menos custoso de implantar que as versões anteriores do Windows é a maior redução nas imagens de desktop que resultam de recursos tais como o Plug and Play e Distribuição Automatizada de Software pelo Active Directory. A Tabela C-6 resume os resultados obtidos de organizações que rastrearam os dados de imagem de desktop tanto do Windows XP Professional quanto de versões anteriores do sistema operacional Windows.
Fonte: NerveWire, 2002 Essa mesma tendência também apareceu nos estudos da REJ de clientes, tipificados pela Ontario Power Generation, onde o número de imagens de desktop utilizadas por sua frota de 10.500 PCs poderia diminuir de seis para uma. De acordo com a NerveWire, a organização média gasta $8.909 em trabalho por imagem de desktop. A Tabela C-7 resume todos os custos de engenharia de software relacionados à implantação do Windows XP Professional. Os resultados estão agrupados por tamanho da organização e são indicados pelo número de PCs implantados.
Fonte: NerveWire, 2002 Custos de Hardware por PC Rodar o Windows XP Professional requer hardware poderoso. Para organizações com ciclos curtos de renovação de hardware, são necessárias poucas ou nenhuma atualização pois essas empresas já possuem ou alugam equipamento apto para Windows XP Professional. Entretanto, outras organizações com ciclos mais longos ou inexistentes de renovação talvez requeiram um investimento extenso em hardware como parte de seu processo de implantação de hardware. Para rodar o Windows XP Professional, a Microsoft recomenda um requisito mínimo de hardware de um processador de 233 MHz e 64MB de RAM. As organizações que participaram nos estudos de custo de implantação da NerveWire sentiram que uma configuração que incluía um PC baseado em Pentium III 500 MHz com 256MB de RAM poderia fornecer o nível de desempenho de que precisavam. A Tabela C-8 resume o que as organizações gastaram ou planejaram gastar em atualizações de hardware. Os resultados variáveis refletem o ambiente de hardware legado de cada empresa.
Fonte: NerveWire, 2002 A Tabela C-9 mostra quanto os nove participantes do estudo de custo de implantação pagaram para atualizar suas plataformas de TI. Os resultados refletem as diferenças no processador e na quantidade de memória no hardware legado.
Fonte: NerveWire, 2002 Custos de Software por PC Os custos de software por PC também variaram muito por cliente e refletiram a diferença em termos de seus contratos de licença com a Microsoft. Para clientes Enterprise Agreement, o custo do Windows XP Professional foi um custo empatado, pois as empresas pagaram pelo direito de implantar o sistema operacional como parte de um acordo de software mais amplo. Se a empresa realmente implantou o Windows XP Professional ou não não teve efeito no custo do Enterprise Agreement. Para esses clientes, o custo de licença por PC foi $0. Consumidores selecionados pagaram seus custos do software Windows XP Professional por computador desktop com um desconto de volume que dependeu do número de licenças adquiridas. Para esses consumidores, o custo de licença por PC foi $110. Para as organizações que juntaram o software com o hardware adquirido, o software também foi um custo empatado pois o fornecedor de hardware incorpora uma licença do sistema operacional no custo do hardware. O fornecedor do hardware não oferece um desconto se o Windows XP Professional não for escolhido. O custo de atualizar ou substituir aplicativos incompatíveis com o Windows XP Professional é descrito na seção de custo de engenharia de software que aparece abaixo. Outros Custos pelo PC Além dos custos de hardware e software, outros custos de usuário por PC incluíram os custos de trabalho que estão associados à implantação da imagem de desktop. A implantação de imagens normalmente resulta em tráfego adicional no suporte técnico, o que adiciona custos de trabalho quando os PCs requerem ajuste ou os usuários necessitam de ajuda para familiarizarem-se com seu novo ambiente de computação. Ao contrário dos custos de hardware e software, o custos de trabalho e suporte técnico são relativamente uniformes de uma organização para outra. Os custos de implementação foram em média de $71 por PC e os custos de suporte técnico foram em média de $1 por PC em todas as organizações nos estudos de custo de implantação. Deve-se observar que algumas organizações não perceberam qualquer aumento no tráfego do suporte técnico e outras perceberam pequenos aumentos. O custo total de $72 é 75% menor que a média de $300 de custos de imagem por desktop da implantação de versões anteriores do Windows. Com base em uma série distinta de estudos de TCO (Total Cost of Ownership, Custo Total de Propriedade) conduzida pela NerveWire em três clientes diferentes em novembro de 2001, a NerveWire estimou que os departamentos de TI gastariam aproximadamente 47% menos tempo por PC ao configurar o Windows XP Professional comparado a sistemas rodando versões anteriores do Windows. A Tabela C-10 resume os resultados do estudo de três empresas que implantaram o Windows XP Professional.
Fonte: NerveWire, 2002 Custos de Usuário Sempre que um novo desktop é implementado, a comunidade de usuários é afetada. Na maioria dos casos, o impacto é limitado a poucos minutos de tempo de inatividade que ocorre enquanto um PC está sendo atualizado e uns poucos minutos gastos trabalhando com colegas para entenderem um novo recurso ou capacidade. Em alguns casos, onde a competência em PC é baixa, os programas de treinamento de usuário devem ser implementados. A Tabela C-11 resume os custos de treinamento de um usuário no Windows XP Professional.
Fonte: NerveWire, 2002 A produtividade perdida relacionada ao tempo ocioso foi calculada pela quantidade de tempo que os usuários ficaram sem PCs multiplicada pela quantidade de tempo que o trabalhador ficou improdutivo. Por exemplo, mesmo que um PC possa estar indisponível, os trabalhadores ainda podem ser produtivos verificando mensagens de voz ou realizando outras tarefas. Entre as organizações estudadas, o tempo ocioso do usuário final foi responsável por uma média de $68 de custo anual de produtividade perdida. Custos de Treinamento para Profissionais de TI Nenhum projeto poderia ser completo sem treinamento do departamento de TI para implementar e oferecer suporte ao novo sistema operacional de desktop. A Tabela C-12 fornece uma estimativa de quantos profissionais de TI tiveram de ser treinados em uma implantação do Windows XP Professional. Como regra geral, os níveis de alocação de pessoal de TI beneficiaram-se de economias de escala.
Fonte: NerveWire, 2002 A Tabela C-13 resume como os custos de treinamento de profissionais de TI refletiram seu nível de experiência com o sistema operacional Windows. O estudo mostrou que o pessoal com experiência em Windows 2000 Professional necessitou de menos treinamento que seus colegas menos experientes em outras empresas.
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