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28 de Fevereiro de 2012



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Gestores de PMEs nacionais otimistas para retoma até 2013 apesar das previsões de recessão
Inquérito conduzido pela consultora Vanson Bourne no final de 2011, a pedido da Microsoft, a 2100 decisores de PMEs em toda a Europa, incluindo Portugal, revelou expectativas positivas destes gestores para o biénio 2012-2013 face ao clima económico, além de indicações precisas no que respeita ao papel que as Tecnologias de Informação podem assumir na retoma do crescimento económico e, concretamente, sobre o potencial do modelo de computação na nuvem (cloud computing) aplicado ao setor das PMEs.


Os pequenos e médios empresários portugueses estão otimistas para o próximo biénio 2012-2013. Esta é uma das principais conclusões do inquérito realizado a decisores de PMEs em toda a Europa, incluindo também Portugal, e que foi realizado no passado mês de Outubro pela consultora Vanson Bourne.
O estudo foi sustentado numa amostra que contemplou empresas nacionais dos principais setores da atividade económica, e de entre os quais se destacam o setor da indústria (18%), tecnologias (18%), telecomunicações (11%), retalho (9%), serviços financeiros (7%), automóvel (5%) e, ainda, outros setores comerciais/serviços (32%). As empresas que integraram a amostra possuem, maioritariamente, mais de uma década de operação (56%), sendo que destas 18% têm entre cinco e dez anos de atividade e apenas 4% são start-ups com menos de um ano de operação. A esmagadora maioria (78%) tem, ainda, a sua atividade centrada em Portugal, comparativamente a 22% que possui escritórios também noutros países.
Dos decisores inquiridos a nível nacional, 29% afirma acreditar que os próximos 12 a 18 meses serão mais bem-sucedidos do que 2010, contra 25% que consideram que vão ter igual sucesso face a 2010, e 20% demonstram expectativa de aumentar o número de contratações nos próximos dois anos.

O estudo revela, ainda, que 91% dos inquiridos considera que as PMES constituem a espinha dorsal da economia portuguesa e 75% acredita que são empresas como a sua que permitirão a criação de emprego e maior inovação no país, fundamentais para a sua recuperação. Apesar do otimismo expressado, os resultados são, no entanto, ligeiramente inferiores às expectativas da maioria dos empresários europeus, refletindo, desta forma, o clima de pressão acrescida vivido em Portugal.
De acordo com José Eduardo Carvalho, Presidente da AIP – Associação Industrial Portuguesa “é de salientar o otimismo e a confiança ainda manifestado pelas empresas relativamente ao futuro, num contexto atual complicado e de incertezas. A falta de liquidez e as quebras de consumos são preocupações já expectáveis, tal como o excessivo peso da carga fiscal. A alteração do paradigma de mercado obrigará as empresas a inovarem nos produtos e nos processos, em que as TI assumem um papel crucial neste desenvolvimento, estando a AIP, também neste domínio, fortemente envolvida na criação dos ambientes mais favoráveis para as empresas”.
O estudo conduzido pela Vanson Bourne permitiu, ainda, apurar dados interessantes no que respeita à opinião dos empresários portugueses sobre as barreiras ao crescimento das PMEs em Portugal. Face a isto, 67% considerou estar diretamente relacionado com a incerteza económica, 38% à falta de liquidez do mercado e 33% à quebra de consumo, enquanto os principais inibidores à expansão das empresas além-fronteiras. Quando questionados sobre o que ajudaria ao crescimento das PMEs, 73% dos inquiridos sugere uma redução dos impostos, ao passo que 59% solicita mais proteção, nomeadamente com a introdução de medidas de incentivo à compra de produtos portugueses.
No que concerne às principais preocupações, 63% dos Pequenos e Médios Empresários considera que a Europa é mais lenta do que os mercados emergentes, 56% crê que o país está aquém do desejável relativamente à adoção das mais recentes tecnologias, e 40% acredita que as empresas europeias estão mais avançadas tecnologicamente, colocando assim desafios extra às PMEs portuguesas.
O papel das Tecnologias de Informação na competitividade das PMEs
Este inquérito online conduzido pela Vanson Bourne para a Microsoft teve como principal objetivo auscultar as expectativas dos gestores nacionais para 2012-2013, tendo por base a atual conjuntura económica, mas também apurar indicações precisas sobre o papel que as Tecnologias de Informação e, concretamente, o modelo de computação na nuvem (cloud computing) podem assumir na retoma do crescimento económico, quando também aplicados ao setor das PMEs.

Neste âmbito, quando inquiridos sobre o papel das TI nas PMEs, 81% dos empresários nacionais adiantou que estas têm um papel vital, 78% considera que têm um papel crucial, e valoriza o facto de ajudarem os colaboradores e funcionários a uma maior mobilidade no trabalho, e 74% considera que o papel das TI é o de contribuir para o incremento da faturação das empresas, garantindo o seu papel de destaque e retorno do investimento. Estes resultados são consideravelmente superiores à média europeia, onde apenas 66% dos empresários considera as TI como sendo vitais ao sucesso da empresa e 64% como cruciais. Outra das informações apuradas é o facto de 45% dos inquiridos em Portugal, mostrar preferência pelo aluguer de tecnologia vs a sua aquisição, comparativamente a 37% na Europa.

De acordo com dados do 2010 do INE (Instituto Nacional de Estatística) relativos à adoção das novas tecnologias nas PME’s nacionais, 59% das empresas nacionais dispõe de acesso à internet e 23% tem página web, sendo que mais um milhão de PMEs nacionais possuem mais de cinco PCs.

A adoção de um modelo de tecnologia cloud computing: a aposta para o futuro
O Cloud Computing é um novo paradigma de computação, mediante o qual os dados das empresas estão alojados e acessíveis, em permanência, através da web, a partir de datacenters públicos ou privados.

Quando instados a revelar o seu conhecimento do tema, 36% os empresários portugueses já tinha ouvido falar do termo, associado a serviços alojados na web, enquanto 29% não reconheceu o termo. 66% dos inquiridos considera que o modelo Cloud vai ser cada vez mais importante para empresas com o perfil das PMEs no futuro, 48% acha até que se vai tornar a norma em termos de modelo computacional, enquanto que 56% considera que vai ser uma tendência estratégia clara para as PME.

Segundo Mauro Xavier, Diretor da Unidade de Negócio de PMEs e Parceiros na Microsoft Portugal, “O Cloud Computing desempenha um papel fundamental para a retoma económica do país, na medida em que através deste modelo de computação, as PMEs têm a possibilidade de aceder a software de última geração e sem custos adicionais de atualização e investimento inicial, o que se traduz num fator competitivo altamente relevante para incrementar a produtividade.”

Acerca da Microsoft
Fundada em 1975, a Microsoft Corporation (Nasdaq “MSFT”) é líder mundial em software, serviços e soluções para ajudar as pessoas e as empresas a alcançarem todo o seu potencial.

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