Julho 2005

A crescente diversidade de aplicações e serviços e a sua massificação, aumentam os desafios em questões de segurança. Contudo, basta manter-se informado e alguns cuidados essenciais para se proteger.

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Alguns conceitos são importantes para que possamos compreender os efeitos e as consequências do código malicioso que pode afectar

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os nossos computadores e a informação lá residente. As consequências poderão ser desastrosas. Assim, recordamos mais uma vez alguns conceitos básicos

O que é um Cavalo de Tróia (Trojan)?

Os "Cavalos de Tróia" modernos são programas de computador que aparentam ser software útil mas na realidade comprometem a segurança dos computadores e do utilizador. Um Cavalo de Tróia é um programa de código malicioso que executa acções inesperadas e não autorizadas. A principal diferença entre um Cavalo de Tróia e um vírus é a incapacidade de o primeiro se replicar... >>

Bluetooth – O que é? Alguns conselhos de segurança

Em 1998 empresas de telecomunicações e computadores, juntaram-se com o objectivo de desenvolver a tecnologia revolucionária a que foi dado o nome "Bluetooth" ... >>

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Sugestões de segurança na utilização de computadores públicos
Os computadores disponíveis em bibliotecas, ciber-cafés, aeroportos, centros comerciais ou outros locais públicos, são bastante úteis ... >>Sugestões de Segurança
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Como o Outlook ajuda a proteger o seu computador (Parte II)?
Para evitar a propagação de vírus a partir de ficheiros de programa (considerados ameaça de Nível 1), o Outlook bloqueia automaticamente os anexos que contenham tipos de ficheiros que consigam executar programas... >>



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Alguns conceitos são importantes para que possamos compreender os efeitos e as consequências do código malicioso que pode afectar os nossos computadores e a informação lá residente.

As consequências poderão ser desastrosas. Assim, recordamos mais uma vez alguns conceitos básicos:

O que é um Cavalo de Tróia (Trojan)?

Os "Cavalos de Tróia" modernos são programas de computador que aparentam ser software útil mas na realidade comprometem a segurança dos computadores e do utilizador. Um Cavalo de Tróia é um programa de código malicioso que executa acções inesperadas e não autorizadas. A principal diferença entre um Cavalo de Tróia e um vírus é a incapacidade de o primeiro se replicar. Causa prejuízos, comportamentos inesperados e compromete a segurança dos sistemas mas não se propaga. Quando isto acontece, então designamos o programa por vírus.
A expressão "Cavalo de Tróia" (Trojan Horse), surgiu na mitologia grega. Reza a história que os Troianos foram presenteados pelos Gregos com um grande cavalo de madeira, para promover a paz. No seu interior escondia um grupo de soldados Gregos que esperaram pela noite para abrir os portões da cidade e tomarem Tróia.

O que é um Vírus?

Um vírus é um programa que tem como característica principal a possibilidade de se replicar. Tal como os vírus biológicos, os vírus de computadores podem propagar-se rapidamente e muitas vezes são de difícil erradicação. Os vírus podem anexar-se a determinados ficheiros e propagarem-se de utilizador para utilizador.
Há alguns anos atrás, muitos dos vírus propagavam-se via disquetes, mas a Internet introduziu novos mecanismos para a sua disseminação. Com a utilização do correio electrónico, actualmente uma ferramenta essencial de comunicação, os vírus são propagados muito mais rapidamente.
Os vírus anexados a mensagens de correio electrónico podem infectar um universo de computadores em questão de minutos, com consequências desastrosas.

Segundo a ICSA (International Computer Security Association), já foram identificados mais de 60.000 vírus, sendo que, por cada mês que passa são criados 400 novos vírus. Todos os utilizadores são alvos potenciais.
O ciclo de vida de um vírus inicia-se quando é criado e finaliza quando é erradicado.
Replicam-se por um longo período de tempo antes da sua activação, permitindo a sua propagação. Os vírus com rotinas de actuação, activar-se-ão quando determinadas condições estiverem reunidas:

  • Podem activar-se em datas específicas ou a partir de determinadas acções do utilizador infectado (abrir o browser por exemplo).

Num passado próximo, criar um vírus requeria profundos conhecimentos de linguagem de programação contudo, hoje em dia são apenas requeridos conhecimentos básicos.


O que fazer para nos protegermos?


Há várias formas de nos protegermos contra códigos maliciosos (Cavalo de Tróia, vírus...). A principal será a utilização de um antivírus de confiança com a preocupação de o manter permanentemente actualizado (ver newsletter n.º 8 – Janeiro 2005).
Tenha em atenção que a maioria dos vírus são mass mailling, ou seja, após o processo de instalação propagam-se em grande escala através de mensagens de correio electrónico. Neste sentido será necessário ter o cuidado de, antes de abrir um anexo ou aceder a um link contido numa mensagem, verificar sempre se o assunto e o remetente correspondem ao esperado. Em caso de dúvida ou suspeita, elimine de imediato a mensagem.

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BluetoothNovidades
Bluetooth – O que é? Alguns conselhos de segurança
No início de 1998, algumas das grandes empresas de telecomunicações e computadores, juntaram-se com o objectivo
comum de desenvolver a tecnologia revolucionária a que foi dado o nome "Bluetooth" e que viria a permitir que aparelhos portáteis (como PC’s, PDA’s, telemóveis ou impressoras) trabalhassem conjuntamente, sem necessidade de fios, a distâncias normalmente compreendidas entre 10 a 100 metros.
O Bluetooth funciona à base de pequenos transmissores/receptores de rádio de curto alcance que são directamente introduzidos nos PC’s, telemóveis e demais aparelhos de comunicação móvel.

Também aqui os hackers tentam descobrir eventuais vulnerabilidades desta tecnologia e uma vez mais a segurança parte de alguns cuidados essenciais do utilizador. Conheça alguns termos relacionados com actos de "pirataria" na tecnologia Bluetooth e saiba como se proteger.

"bluejacking": Consiste no envio anónimo de mensagens ou instruções estranhas, utilizando tecnologia Bluetooth, a outros aparelhos sendo necessário que o emissor e receptor se encontrem a uma distância não mais que 10 metros. Para tal o "bluejacker" faz a pesquisa sobre a presença de telemóveis ou PDA’s com Bluetooth nas proximidades, enviando posteriormente as mensagens, pretendendo apenas observar a reacção do destinatário. Para desencorajar, apenas tem que recusar a mensagem.

"bluesnarfing": Através desta técnica, podem aceder aos dados armazenados no telefone tal como imagens, agenda telefónica, calendário, sem alertar o utilizador de que estabeleceu ligação com o seu aparelho. Sem equipamento apropriado, o "pirata informático" tem que estar a menos de 10 metros do aparelho com o qual pretende estabelecer ligação. Apenas alguns modelos antigos de telemóveis compatíveis com Bluetooth estão vulneráveis ao "bluesnarfing".

"bluebugging": Esta vulnerabilidade permite ao hacker iniciar chamadas telefónicas, enviar e ler SMS, escrever e ler dados na agenda telefónica bem como escutar conversas e estabelecer ligação à Internet. Esta acção é distinta do "bluesnarfing" e não afecta necessariamente os mesmos aparelhos. O "bluebugging" apenas é possível se os aparelhos estiverem a uma distância não superior a 10 metros.

Se é utilizador de Bluetooth deixamos aqui alguns conselhos de segurança:

  • Desligue o Bluetooth no seu telemóvel quando não o estiver a utilizar;
  • Utilize um PIN alfanumérico de pelo menos 8 caracteres, se possível;
  • Altere o nome do dispositivo Bluetooth;
  • Configure o telemóvel para o modo não-detectável/oculto;
  • Apenas aceite o emparelhamento (pairing) com dispositivos conhecidos;
  • O emparelhamento (pairing) de dispositivos é aconselhável apenas em zonas relativamente privadas;
  • Se receber um convite de emparelhamento com outro dispositivo, em que seja solicitado o código PIN e não tiver a certeza da sua origem, não o faça.

Os fabricantes de telemóveis têm vindo a desenvolver patches de software para os modelos de telemóveis afectados e estão empenhadas em que os novos modelos não sejam susceptíveis a este tipo de ataques. Consulte o site oficial do seu fornecedor e mantenha-se informado.

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Sugestões  SegurançaPrincípios Básicos  Segurança
Sugestões de segurança na utilização de computadores públicos
Os computadores disponíveis em bibliotecas, ciber-cafés, aeroportos, centros comerciais ou outros locais públicos, são bastante úteis, cómodos e por vezes de utilização gratuita.

Mas serão seguros? Depende de como os utilizamos.

A utilização de computadores de acesso público, obriga a alguns cuidados redobrados, pois potencia a exposição da informação consultada e de Códigos de Acesso confidenciais. Assim, tenha sempre presente como regra principal:

NUNCA aceda ao Portal do Millennium bcp em computadores públicos!

As medidas abaixo mencionadas fornecem alguma protecção contra hackers casuais, contudo os computadores públicos podem ter Spywares ou outro tipo software mais sofisticado. Assim, não aceda a sites com informação financeira ou crítica em qualquer computador público.

Atendendo a este facto, deixamos mais algumas sugestões para a utilização de computadores públicos por forma a que o risco possa ser reduzido:

Não guarde a sua informação de início de sessão (Login).
Faça sempre "Logout" ("Sair/Desligar"), quando terminar a utilização de determinado site. Fechar a janela do browser e digitar outro endereço pode não ser suficiente para encerrar a sessão, pois alguns sites incluem mecanismos de "Login" automático que salvam os seus dados pessoais.

Não abandone o computador se tiver informações importantes no ecrã.
Se por qualquer motivo se ausentar da frente do monitor, faça "Logout" de todos os programas e tenha o cuidado de fechar todas as janelas que contenham informações importantes.

Quando terminar de usar um computador público, elimine todos os ficheiros temporários e o seu histórico de Internet.

  • No Internet Explorer, aceda ao menu "Ferramentas" (Tools) e seleccione "Opções da Internet" (Internet Options);
  • No separador "Geral" (General), em "Arquivos Temporários da Internet" (Temporary Internet Files), clique em "Excluir Arquivos" (Delete Files) e "Excluir Cookies" (Delete Cookies);
  • Em "Histórico" (History), clique em "Limpar Histórico" (Clear History).
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Outlook ajuda a protegerConfigurações e Actualização de Software
Como o Outlook ajuda a proteger o seu computador (Parte II)

Segurança dos anexos

Para evitar a propagação de vírus a partir de ficheiros de programa (considerados ameaça de Nível 1), o Outlook bloqueia automaticamente os anexos que contenham tipos de
ficheiros que consigam executar programas. Estes tipos de ficheiros bloqueados incluem .exe, .bat, .com, .vbs e .js. A pasta "A receber" (Inbox) apresenta o ícone de um clip na coluna "Anexo" (Attachment) para que o utilizador saiba que a mensagem tem um anexo. é apresentada uma lista de ficheiros com anexos bloqueados na Barra de Informações na parte superior da mensagem.

Se tentar enviar um anexo com uma extensão do tipo de ficheiro no Nível 1 da lista restrita, receberá uma mensagem referindo que outros utilizadores do Outlook poderão não conseguir aceder a este tipo de anexo.

Os ficheiros de dados, como, por exemplo, .doc, .xls, .ppt e .txt, não são bloqueados. No entanto, receberá uma mensagem "A abrir anexo de correio" quando tentar abrir um anexo.
Através desta mensagem terá a oportunidade de avaliar a segurança do ficheiro antes de o abrir, guardá-lo e verificar se tem vírus, com o seu programa habitual anti-vírus.
Para enviar qualquer tipo de ficheiro utilizando o correio electrónico, poderá utilizar um programa de outro fabricante, como por exemplo, o WinZip, para compactar os ficheiros antes de serem anexados à mensagem de correio electrónico. O WinZip consegue criar uma nova mensagem do Outlook e anexar o ficheiro .zip.
Na mensagem, é possível incluir instruções para explicar o modo de extrair os ficheiros de forma a facilitar o respectivo acesso por parte dos destinatários.

 

Para mais informações consulte a área "Proteja o seu PC" no portal Millennium bcp.

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