Architect Forum

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Infra-estrutura e Arquitectura são duas palavras raramente presentes na mesma frase. É com demasiada frequência que se constata que factores como o centro de dados, operações e implementação não são levados em consideração durante os primeiros estágios da fase de concepção. Os efeitos subsequentes são sentidos ao longo do ciclo de vida da solução, resultando em custos de suporte mais elevados, maior lentidão na obtenção de resultados favoráveis e, em última análise, um retorno do investimento mais baixo. O Fórum de Arquitectos de Infra-estruturas de Portugal constitui uma oportunidade de aprendizagem para os Arquitectos de Infra-estruturas Empresariais e de Aplicações no que se refere à colocação das TI ao serviço dos requisitos empresariais, garantindo à componente de infra-estrutura a importância e destaque que esta merece com vista a fornecer soluções com uma maior taxa de sucesso e um menor índice de custos. Iremos explorar a ligação da componente de infra-estrutura à concepção de soluções, investigar Modelos Recomendados e considerar uma abordagem orientada por serviços em relação à infra-estrutura.

Agenda

09:00 Recepção e Café
09:30 Temática Central
10:45 Intervalo
11:15 Gestão Baseada em Modelos
12:30 Almoço
13:30 Aproximar as Duas Vertentes
14:45 Intervalo
15:15 Infra-estrutura Orientada por Serviços
16:30 Painel

Sessão 1: Gestão Baseada em Modelos
No início de cada novo projecto, os Arquitectos de Soluções estabelecem um conjunto de requisitos funcionais junto da empresa. Estes requisitos são muitas vezes utilizados como critérios de êxito da solução; o cumprimento a 100% dos requisitos funcionais = êxito total. E é aqui que reside o problema. Se não houver uma implementação e gestão operacional bem sucedidas, a solução perde grande parte do seu potencial. Os analistas estimam que uma média de 70% do custo total da solução ocorre nas fases de implementação e utilização; assim sendo, por que não estipular um conjunto de requisitos não funcionais (por ex. capacidade de gestão, disponibilidade e segurança) juntamente com os requisitos funcionais? A Microsoft Dynamic Systems Initiative irá disponibilizar as ferramentas que permitem aos Arquitectos incluir aspectos como gestão, flexibilidade e segurança, entre outros, na estrutura das soluções. Esta sessão irá explicar a visão da DSI, abordar a gestão baseada em modelos e demonstrar formas de integração de alguns destes conceitos nas suas soluções já a partir de hoje.

Sessão 2: Aproximar as Duas Vertentes
As fases de integração e testes são porventura as mais penosas do ciclo de vida da solução para um Arquitecto. Correspondem ao momento decisivo em que as vertentes aplicação e infra-estrutura são confrontadas; é nesta altura que se encontram as primeiras restrições ao nível do centro de dados e em que as políticas de segurança são aplicadas. É também nesta fase que, muitas vezes, ocorrem os gastos mais significativos em termos de tempo e custos. Do ponto de vista de um Arquitecto de Infra-estruturas, esta sessão irá demonstrar que se a infra-estrutura for tratada com o mesmo tipo de disciplina que o desenvolvimento, a transição entre código e implementação será feita de uma forma muito mais tranquila. Iremos constatar de que modo as ferramentas actualmente disponíveis já começam a aproximar estas duas vertentes, desenvolvimento e infra-estrutura, e analisar o que o futuro nos reserva.

Sessão 3: Infra-estrutura Orientada por Serviços
A maior parte das empresas desenvolveu a respectiva infra-estrutura de forma orgânica; uma nova aplicação aqui, um serviço acolá. Isto resulta numa intrincada rede de soluções, infra-estruturas dentro de infra-estruturas, cada uma delas com o seu próprio directório de utilizadores, políticas de segurança e equipas operacionais. Consequentemente, a gestão de identidades, segurança global e gestão de porta-fólios tornam-se mais complexos e dispendiosos. São muitas as empresas que encaram a consolidação e virtualização como a combinação mágica que irá dar resposta a estes problemas, mas estas por si só não são suficientes. É necessário aplicar uma estrutura Orientada por Serviços à infra-estrutura da empresa. Nesta sessão, iremos analisar um modelo hipotético de Infra-estrutura Orientada por Serviços, os benefícios que daí poderão advir e os desafios que encontrará pelo caminho até conseguir alcançar este objectivo.

Painel para P&R:
Kevin Sangwell, MWD Partner e Jose Antonio Silva

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Biografia do Orador

Kevin Sangwell é um Arquitecto de Infra-estruturas no Microsoft EMEA Developer and Platform Group. Assumiu diversos cargos técnicos e de chefia na indústria das TI durante mais de 15 anos, incluindo 5 anos como Consultor Principal no Microsoft Consulting Services. Sangwell foi responsável pela arquitectura e concepção de infra-estruturas Empresariais e de eCommerce nos sectores público e privado do Reino Unido, incluindo a infra-estrutura para uma organização composta por 120.000 utilizadores e uma plataforma de aplicações extranet para 1,2 milhões de utilizadores do foro educacional. Na qualidade de Arquitecto de Infra-estruturas fornece conselhos e presta consultoria a clientes Empresariais, além de participar em eventos internacionais.

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