Publicerad: 6/22/2012
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Assembleia Legislativa Regional dos Açores Parlamento Açoriano usa Windows Azure como fator de democracia eletrónica

A Assembleia Legislativa Regional dos Açores é o órgão legislativo e de fiscalização parlamentar da Região Autónoma dos Açores, tendo sido instituído em 1976, na sequência da regulamentação da autonomia do arquipélago.
Uma vez que as reuniões plenárias da Assembleia são públicas, este órgão de soberania pretendia transmitir on-time os trabalhos do Parlamento Regional em vídeo, bem como armazenar os conteúdos de forma a que fosse fácil a sua posterior pesquisa online, quer pelos Grupos Parlamentares representados na Assembleia, quer pelo público em geral, a partir de um portal na Internet.
A solução implementada foi construída com base em tecnologias Microsoft, designadamente serviços na nuvem Microsoft Azure.

Situação

A Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores desde sempre que disponibilizava aos grupos políticos com assento parlamentar, bem como aos cidadãos em geral, a informação referente aos trabalhos do Parlamento.
Sandra Costa, Secretária Geral da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, explica que os plenários e restantes reuniões públicas eram já gravadas em vídeo e que, além disso, existe o Diário das Sessões, onde é registada por escrito toda a atividade pública dos deputados regionais.
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* Quando é preciso decidir investir em hardware, há sempre um grande stress de podermos estar a subdimensionar o sistema – poupando dinheiro no curto prazo mas criando um problema grave a médio e longo prazo  - ou, pelo contrário, de sobredimensionar a infraestrutura, desperdiçando dinheiro logo de entrada na esperança de não termos de fazer uma atualização tão depressa. No cenário Microsoft Azure, pagamos apenas o que usamos.” *

Sandra Costa
Secretária Geral
Assembleia Legislativa Regional dos Açores

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Contudo, “é muito diferente termos uma descrição por escrito do que se passa na Assembleia, e termos um retrato vivo dos trabalhos, registado com som e imagem”, explica. Por isso, desde há algum tempo que era disponibilizado vídeo em streaming, em tempo real, sempre que existiam sessões plenárias ou reuniões públicas.
“O problema é que não tínhamos arquivo em vídeo que fosse possível pesquisar”, diz Sandra Costa. “O que havia pesquisável era apenas o diário das sessões”.
A Assembleia Legislativa dos Açores decidiu então procurar uma solução capaz de oferecer pesquisas cujos resultados fossem não apenas textuais mas também audiovisuais, de forma a que quem procurasse informação relativa a um determinado tema de debate pudesse também aceder às gravações em vídeo em que esse tema tivesse sido tratado.

Solução

Na procura de um sistema capaz de ir ao encontro das necessidades, surgiram duas propostas, uma delas baseada em tecnologia da Cisco, e outra com base em tecnologia Microsoft, designadamente na plataforma Azure, na cloud.
Sandra Costa explica que “a solução da Cisco implicava a aquisição de todo o hardware e o desenvolvimento próprio das bases de dados”, um caminho que além dos elevados custos envolvidos, “implicava um know-how interno da gestão, operação e manutenção de todo o sistema que não possuíamos”.
Comparativamente, “a solução Microsoft era uma solução na nuvem em que podíamos investir inicialmente apenas na parte dos serviços e desenvolvimento, libertando-nos da manutenção da infraestrutura e dos equipamentos”, refere Sandra Costa. “O que era tanto mais importante para nós visto só termos três pessoas no departamento de TI, e não pretendíamos ficar com mais necessidades de formação nem de desenvolvimento.”
A Secretária Geral da Assembleia Legislativa dos Açores afirma que, “em termos de investimento inicial, o custo de ambas as soluções era comparável, ou seja, o custo dos serviços Microsoft era semelhante ao custo do investimento no hardware da solução Cisco, no entanto a médio prazo a solução da Microsoft era substancialmente mais barata.”
Na opção por uma solução na cloud, foram considerados eventuais problemas da informação estar fisicamente fora da Assembleia Regional, mas esta questão acabou por não ter peso, uma vez que “concluímos que a informação que estávamos a tratar era pública e, por isso, se destinava a todos”.
Além disso, salienta Sandra Costa, “já temos caixas de correio na nuvem, através do Exchange Online, pelo que tínhamos já muita confiança no sistema – tanto mais que tencionamos em breve migrar tudo o que pudermos para serviços na nuvem.” E conclui: “como somos um arquipélago, já tínhamos uma pequena ‘nuvem’ interna, pelo que a solução que encontrámos não é radicalmente diferente do que já temos hoje.”
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